27 dezembro, 2008
Vizinhança nada amigável
Ataque israelense na Faixa de Gaza
Gaza, 27 dez (EFE).- Pelo menos 200 pessoas morreram e 750 ficaram feridas hoje em um ataque aéreo em massa em Gaza, no que foi a operação militar israelense mais violenta contra os palestinos em 40 anos.
"Não há registro de um dia mais mortífero desde a guerra de 1967. Israel não tinha matado, desde então, tanta gente em um só dia", afirmou Moawiya Hasanie, chefe dos serviços médicos de Gaza e coordenador da ajuda às vítimas.
Cerca de 50 aviões e helicópteros da Força Aérea israelense participaram do ataque, que aconteceu pouco antes do meio-dia (hora local), durou apenas dois minutos e destruiu 30 prédios.
Além da Cidade de Gaza, a operação militar israelense incluiu alvos em outras localidades da Faixa, como Khan Yunis e Rafah, e entre os mortos há várias autoridades do Hamas.
No ataque, morreram o responsável da Polícia do Hamas em Gaza, Tawfiq Jaber, o chefe da Segurança do Hamas, Ismail al-Jaabari, e o governador da circunscrição de Al-Wusta, na Gaza Central, Ahmad Abu Aashur.
"Foi como um terremoto, em instantes os edifícios vieram abaixo e os carros arderam em chamas", contou o comerciante Ahmed Ghannam.
A maioria dos imóveis atingidos pertencia ao Hamas ou era sede das forças de segurança do movimento islâmico, muitos deles situados em áreas residenciais.
O ataque causou pânico entre a população das áreas afetadas, e a televisão local mostrou imagens de civis pedindo vingança entre edifícios transformados em escombros, de onde apareciam corpos de policiais com o uniforme preto do Hamas.
Os centros médicos de Gaza ficaram sobrecarregados pela chegada dos mortos e feridos, até o ponto que, no principal hospital da Cidade de Gaza, Shifa, algumas vítimas eram atendidas nos corredores por falta de leitos suficientes.
O bombardeio ocorreu dois dias depois que o Governo israelense decidiu empreender uma operação militar em grande escala em Gaza se os grupos armados palestinos continuassem lançando foguetes contra seu território.
Segundo a imprensa israelense, a execução dessa intervenção militar aconteceria a partir de domingo, para dar tempo às autoridades egípcias de realizar uma última tentativa de mediação entre Israel e Hamas.
A mediação egípcia tinha o objetivo de renovar a trégua que as duas partes assinaram em junho e concluiu no último dia 19 sem que tivesse sido acordada sua continuidade.
Após o ataque, porta-vozes do Hamas anunciaram que o movimento continuaria resistindo "até a ultima gota de sangue".
Pouco depois do alerta, os grupos armados palestinos de Gaza lançaram mais de 20 foguetes artesanais sobre as cidades israelenses que fazem divisa com a Faixa.
Uma mulher da localidade de Netivot morreu ao ser atingida por um dos projéteis, que, segundo os serviços médicos israelenses, deixou outras quatro pessoas feridas.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, não descartou que os ataques do Exército do Estado judeu em Gaza "prossigam e se ampliem se for necessário" nos próximos dias.
"Há um momento para tréguas e um momento para o combate. Agora é o momento do combate", disse.
Barak ordenou que as povoações israelenses divisórias a Gaza permaneçam em "estado de alerta", e antecipou que os próximos dias "serão difíceis".
Já a ministra de Exteriores israelense, Tzipi Livni, convocou à tarde uma entrevista coletiva em Tel Aviv na qual ressaltou que o país "não tem outro remédio" além de recorrer à força para desmantelar a infra-estrutura do Hamas.
O massacre de Gaza causou revolta na Cisjordânia, onde o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, condenou em Ramala o ataque e pediu o fim da operação militar israelense.
No final da tarde, a condenação tinha se estendido às ruas em cidades cisjordanianas como Belém, cujas autoridades municipais ordenaram a suspensão das festividades populares organizadas por ocasião do Natal.
Já em Jerusalém Oriental (árabe), grupos de jovens palestinos atiraram pedras contra as forças de ordem do Estado judeu.FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/27122008/40/mundo-no-pior-ataque-40-anos.html
26 dezembro, 2008
Agricultura - da Revolução Agrícola à Revolução Verde
AGRICULTURA
Com a evolução da agricultura começou a haver excedente de produção, o que possibilitou o desenvolvimento do comércio, inicialmente baseado na troca de produtos. Nos locais onde ocorriam as trocas, surgiram várias cidades.
DA REVOLUÇÃO AGRÍCOLA À REVOLUÇÃO VERDE
Graças à Revolução Industrial, evoluíram as técnicas agrícolas, o que possibilitou aumento da produção sem a necessidade de ampliar a área de cultivo, com base apenas no aumento da produtividade. Esse desenvolvimento tecnológico aplicado à agricultura ficou conhecido como Revolução Agrícola.
Esse aumento da produtividade foi necessário em decorrência do aumento da população em geral, da elevação percentual da população urbana (cujas atividades de subsistência eram limitadas a alguns gêneros apenas) e da diminuição proporcional da população rural, responsável pela produção agrícola. As bases técnicas da Revolução agrícola foram propiciadas pelas indústrias consumidoras de matérias-primas ou fornecedoras de insumos para a agricultura (ex: máquinas e fertilizantes).
A colonização em suas várias fases também contribuiu para a expansão agrícola, como no caso das terras conquistadas pelos europeus nas Américas no século XVI, quanto nas terras africanas e asiáticas, no século XIX, quando implantaram um sistema de produção agrícola para o abastecimento do mercado europeu (com gêneros alimentícios e matérias-primas). Esse sistema ficou conhecido como plantation e era baseado na produção monocultora de gêneros tropicais para fins de exportação, praticada em grandes propriedades (latifúndios), com mão-de-obra barata (ou escrava).
Após a Segunda Guerra Mundial, com o processo de descolonização em marcha, os países desenvolvidos criaram uma estratégia de elevação da produção agrícola mundial: a Revolução Verde. Concebida nos Estados Unidos, objetivava combater a fome e a miséria nos países subdesenvolvidos, por meio de introdução de um “pacote tecnológico”, contendo: novas técnicas de cultivo; equipamentos para mecanização; fertilizantes; defensivos agrícolas e sementes selecionadas.
No entanto, essas sementes selecionadas, produzidas no laboratório dos países desenvolvidos, não eram geneticamente capazes de enfrentar as condições climáticas típicas da região dos trópicos (clima muito quente), algumas doenças e certas espécies de insetos. A solução consistia na utilização de adubos, defensivos e fertilizantes, também importados dos países que haviam subvencionado essas novas formas de cultivo, aumentando a dependência dos países subdesenvolvidos em relação aos países desenvolvidos.
FONTE: LUCCI, Elian Alabi. BRANCO, Anselmo Lázaro. MENDONÇA, Cláudio. Geografia Geral e do Brasil- ensino médio. 1º edição- São Paulo: Saraiva, 2003.
Avaliação de recuperação David Mendes
1º ano:
Crosta terrestre : estrutura interna, placas tectônicas, seus movimentos e efeitos; Clima: fatores e elementos.
2º ano:
Agricultura: Revolução Agrícola e Revolução Verde; agricultura orgânica; transgênicos;
Regionalização: região> conceito; regiões administrativas e econômicas do Brasil: histórico e localização.
AVALIAÇÃO DIA: 30/12/2008
24 dezembro, 2008
23 dezembro, 2008
Sarkosy: Brasil no Conselho de Sengurança da ONU
“Sou sincero quando digo que precisamos do presidente Lula no Conselho de Segurança”, disse Sarkozy, durante o 2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia, para uma platéia de empresários dos dois países.
Ainda de acordo com o líder da França, que ocupa a presidência rotativa da União Européia, “todos os países da Europa amam o Brasil, mas a França vai demonstrar como ela ama e respeita esse país”.
Segundo ele, seria importante que Brasil e União Européia chegassem próxima reunião do G20 (dia 2 de abril, em Londres), com uma “proposta em comum”.
“A Europa quer trabalhar de mãos dadas com o Brasil”, disse.
FONTE: http://www.bbc.co.uk/
Queria ver esse amor todo da Europa pelo Brasil na recepção aos brasileiros em seus aeroportos...
GIGEO LINCE - RESULTADO FINAL
Presentinho de Natal
WASHINGTON (Reuters) - O futuro governo Obama e a bancada democrata no Congresso estão próximos de um acordo em torno de um enorme pacote de gastos públicos destinado a estimular a recuperação econômica e criar 3 milhões de empregos em dois anos, disse o vice-presidente eleito Joe Biden na terça-feira.
Questionado sobre a possibilidade de um acordo antes do Natal, Biden disse: "Acho que estamos chegando incrivelmente perto disso".
Ele não quis falar, porém, sobre o custo do pacote ao contribuinte. Nos últimos dias, algumas fontes do governo disseram que em janeiro deve ser apresentado um projeto com um valor total de 675 a 775 bilhões de dólares.
Notícia completa em
http://br.noticias.yahoo.com/
15 dezembro, 2008
Tempestade de neve na Espanha
A neve, acompanhada de fortes ventos, está impedindo o fluxo de 600 veículos na auto-estrada A66, principalmente no trecho entre a província de León e a região de Asturias (norte).
A companhia de estradas de ferro espanhola, Renfe, acabou suspendendo o trânsito entre as duas regiões mais afetadas pela neve, Asturias e Castilla, além de León.
The Bush's (T)error
Caracas, 15 dez (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou hoje que o governante americano, George W. Bush, deveria ser julgado por um tribunal internacional para responder pelas vítimas que seu "erro" causou no Iraque.
"Bush disse agora que foi um erro invadir o Iraque. Ele deveria ser julgado por um tribunal internacional pelos milhares de mortos que seu erro causou, principalmente civis", expressou.
O governante venezuelano também se referiu ao incidente no qual um jornalista atirou seus sapatos em Bush durante sua última visita como presidente ao Iraque.
Chávez comparou o jornalista a um jogador de beisebol, e pediu que a Frente de Comunicadores Sociais da Venezuela, aliada do Governo, inicie um movimento de solidariedade para fazer com que o responsável pelo incidente com Bush tenha seus direitos humanos respeitados.FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/
Lula é pop
Por Fernando Exman
BRASÍLIA (Reuters) - A crise financeira global não abalou a avaliação positiva do governo e a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontaram nesta segunda-feira pesquisas encomendadas pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Ao contrário, a turbulência econômica reforçou a popularidade do governo, e a população mostrou que confia em Lula para enfrentar as dificuldades decorrentes da crise. As sondagens mostraram, no entanto, que a população está mais preocupada com os rumos da economia do país.
Segundo as pesquisas, apesar da piora na percepção do brasileiro em relação à renda, à inflação e ao desemprego, a maior parte dos entrevistados apóia as medidas do governo para combater a crise e disse acreditar que o Brasil sairá mais fortalecido dela.
"A crise aparece como um elemento que reforça a avaliação positiva do governo", declarou a jornalistas o diretor de Relações Institucionais da CNI, Marco Antonio Guarita. "Boa parte da população conhece a crise e entende que as medidas do governo contra a crise representam impactos positivos ao próprio governo", acrescentou.
"Existe um voto de crédito ainda", disse Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus, que realizou a sondagem para a CNT, em outra entrevista coletiva. "As expectativas continuam positivas, mas a população está crescentemente apreensiva."
De acordo com a pesquisa encomendada pela CNI ao Ibope, o governo do presidente Lula atingiu recorde histórico de avaliação, com 73 por cento de aprovação. Na pesquisa anterior, em setembro, o governo Lula tinha 69 por cento de aprovação, considerando os que o avaliam como ótimo ou bom.
Já a aprovação do presidente Lula subiu de 80 por cento em setembro para 84 por cento em dezembro.
A pesquisa CNT/Sensus revelou cenário semelhante. A avaliação positiva do governo em dezembro atingiu novo recorde de 71,1 por cento ante 68,8 por cento em setembro. O desempenho pessoal do presidente Lula foi aprovado por 80,3 por cento dos entrevistados este mês frente aos 77,7 por cento na sondagem anterior.FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/
12 dezembro, 2008
G20 e a crise econômica
Quem vai ganhar o abacaxi???
A festa dos animais: a raposa e o burro
Sex, 12 Dez, 06h12
México, 12 dez (EFE).- O ex-presidente mexicano Vicente Fox chamou o presidente venezuelano, Hugo Chávez, de "burro" por se opor ao livre mercado, e opinou que o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, tem que colocar "os pés na realidade" em sua relação comercial e migratória com o México, informou hoje a imprensa local.
Durante uma conferência no Centro Fox, uma organização de estudos sobre a democracia que o ex-governante criou no estado de Guanajuato, centro do México, Fox disse que o pior que se pode fazer é escutar aqueles que estão dizendo que a economia de mercado não serve, "o que está dizendo o burro do Hugo Chávez".
Fox, que foi presidente do país no período 2000-2006 e protagonizou um forte confronto com Chávez, que levou os dois a retirarem seus embaixadores em cada país, qualificou também o Governo venezuelano como "messiânico".
Com o mesmo adjetivo qualificou os Governos de Bolívia, Equador e Nicarágua, todos dirigidos por políticos de esquerda.
Neste sentido disse que após o fim das ditaduras, que assolaram o continente latino-americano na segunda metade do século XX, há agora "sombras de preocupação" por causa das tentativas de alguns líderes da região "de modificar a constituição para reelegerem-se", em clara alusão a Chávez, que impulsiona uma emenda à carta magna de seu país para estabelecer a reeleição ilimitada.
De outro lado, o ex-presidente asseverou que Obama terá "que colocar os pés na realidade (...), porque na campanha não fez assim".
Ele criticou o fato de o presidente eleito americano ter questionado o Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta), que une México, EUA e Canadá desde 1994, já que segundo sua opinião "um dos grandes beneficiados é justamente" os Estados Unidos.
Além disso, Fox disse que "também não ficou muito claro a Obama a situação dos migrantes" e "o enorme valor que têm para a economia" americana.
Durante sua gestão, o ex-líder tentou em vão promover um grande acordo migratório com o atual presidente americano, George W. Bush, mas esses planos foram rechaçados pelo Congresso desse país.FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/
10 dezembro, 2008
Santa Catarina: cidades em risco
BRENO COSTA
da Agência Folha
Um em cada quatro municípios de Santa Catarina corre risco "muito alto" de ser afetado por desastres naturais. Ao todo, 72 cidades estão nessa condição. Sessenta dessas estão fora da região do Vale do Itajaí, a mais afetada pelas chuvas que já causaram a morte de 124 pessoas no Estado --segundo informações da Defesa Civil, atualizadas na noite desta quarta-feira. A maioria (35) fica na região oeste, mais próxima à fronteira com a Argentina.
As informações constam de um estudo concluído em 2006 por pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). A análise considera desastre natural o caso que provoque ao menos uma destas conseqüências: morte de dez pessoas, afete pelo menos cem pessoas, decretação de situação de emergência ou pedido de socorro internacional.
O "Mapeamento de Risco de Desastres Naturais do Estado de Santa Catarina" usa como uma de suas bases para o cálculo do índice de risco de cada um dos 293 municípios catarinenses o nível de "perigo" associado a cada uma dessas cidades.
Para isso, foram usados estudos da geógrafa Maria Lúcia Herrmann, que coordenou a elaboração do "Atlas de Desastres Naturais do Estado de Santa Catarina", produzido para o governo de SC.As outras variáveis usadas para se chegar ao índice de risco são a densidade demográfica, a intensidade da pobreza da população e a proporção de população idosa nessas cidades, além do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de cada município.
Produzido há quase três anos, o número de 72 municípios listados na categoria "risco muito alto" pode estar subestimado, alerta a geógrafa da Unicamp Luci Hidalgo Nunes, especialista em desastres naturais e co-autora do estudo, que leva em conta desastres registrados entre 1980 e 2003. Segundo ela, casos de escorregamentos de terra, até 2000, não eram um fator preponderante em tragédias naturais no Estado, se comparado com enchentes e inundações. Os 124 mortos da chuva --a maioria vítima de soterramento-- fizeram a situação mudar, segundo ela.
Eu acho que o número possa estar subestimado. Vale a pena a gente rever um monte de coisa. Esse episódio mostrou que chuvas intensas geram um problema, talvez até mais grave que inundações, que são os escorregamentos. A maior parte das mortes em desastres no Brasil está ligada a isso", diz a pesquisadora.
Um indício de que a quantidade informada está subestimada é o fato de que, dos 16 municípios que registraram mortos em decorrência das chuvas, apenas cinco estavam nessa categoria (Blumenau, Gaspar, Itajaí, Brusque e Florianópolis).
Outros três estavam na categoria de risco "alto", entre eles Ilhota, onde foi registrado o maior número oficial de mortes até agora (37). Jaraguá do Sul, com 13 mortos, era considerada risco "médio". Houve até o caso extremo de Rodeio, que, com quatro mortos, era vista como risco "baixo/nulo".
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/
01 dezembro, 2008
28 novembro, 2008
Como ajudar as vítimas da enchente em SC
Para quem está em São Paulo:
A Cruz Vermelha Brasileira e a Comdec (Coordenadoria Municipal da Defesa Civil-SP) anunciaram a criação de postos para arrecadar doações para as vítimas das chuvas que atingem Santa Catarina. A arrecadação vai funcionar 24 horas na sede da Comdec, na rua Afonso Pena, 130, no bairro Bom Retiro, e na sede da Cruz Vermelha Brasileira, na avenida Moreira Guimarães, 699, no bairro Saúde. As defesas civis das subprefeituras receberão doações em horário comercial.
A recomendação é de que produtos de limpeza não sejam misturados com alimentos e roupa. Os alimentos devem estar dentro da validade, de preferência não perecíveis e com a embalagem em boas condições.Doações diretas:
Nome da pessoa jurídica:
Fundo Estadual de Defesa Civil - CNPJ 04.426.883/0001-57.
Banco do Brasil – Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7; ou
Besc – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.
BRADESCO S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1
Segundo o site da Defesa Civil de Santa Catarina, o dinheiro será usado para compra de mantimentos para as vítimas.
Blogs que estão divulgando informações sobre a situação:http://papodehomem.com.br/enchentes-santa-catarina-convocacao-da-tropa/
http://www.curiosando.com.br/11/2008/apoio-as-vitimas-das-enchentes-em-santa-catarina/
http://pipocandoonline.blogspot.com/2008/11/ajuda-santa-catarina.html
http://seuluiz.blogspot.com/2008/11/campanha-solidria-da-oab-de-santa.html
Enchente em Santa Catarina
Números informados pela Defesa civil catarinense dão conta de mais de 54.000 pessoas desalojadas e desabrigadas, sendo 22.952 desabrigadas e 31.087 desalojadas, e 1,5 milhão de pessoas foram afetadas. Oito cidades estão isoladas: São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoá e Benedito Novo.
O histórico sistemático, artigo de Ricardo Moreira de Mesquita
No século 19, enchentes já faziam parte do cotidiano de Santa Catarina
Ricardo Moreira de Mesquita é jornalista, escritor e historiador, sócio-efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina e membro da Academia Desterrense de Letras. Artigo escrito para a “Folha de SP”:
As enchentes em Santa Catarina são históricas, mas precisam deixar de ser. Não existem méritos quando a ocupação humana desordenada favorece fenômenos naturais que ceifam vidas.
A morfologia geológica que favoreceu a colonização do Estado e a pluralidade étnica peculiar também facilitam a ocorrência de enchentes registradas por viajantes e exploradores. No século 19, nas falas e relatórios dos presidentes da Província de Santa Catarina, dirigidos à Assembléia Provincial e enviados à administração real, na cidade do Rio de Janeiro, observa-se que as enchentes já faziam parte do cotidiano.
Nesses documentos estão os registros das atividades de governo, em que relatam a situação das finanças públicas, obras provinciais, socorros à saúde e tranqüilidade pública.
Não foram poucos os que também deixaram sugestões para combatê-las. O presidente João Carlos Pardal, em 1838, informava da necessidade de mudança no traçado da estrada para Lages, onde o rio Braço do Norte, no sul do Estado, subia o seu leito e avançava 44 metros além das margens, a cada enchente. Em Porto Belo, já haviam mudado o trajeto da estrada, cansados de reconstruir as pontes em razão das cheias.
Fixar-se às margens dos rios é uma opção do homem desde remotos tempos, pela fertilidade das terras e garantia de alimentação, a luta pela sobrevivência. Em Santa Catarina, a colonização não foi diferente de outras sociedades de regadio -Egito, Mesopotâmia, Delta do Ganges e rio Amarelo. A serra Geral, com seus contrafortes, limita o planalto ocidental da planície litorânea, recortada em belas praias, promontórios e pelos rios que nela nascem e se fazem ao mar.
Muitos outros relatos sobre tempestades, inundações -o vocábulo preferido na época- estão registrados. Mas a enchente ocorrida em 1880 deixou marcas no Estado, talvez tanto quanto deixará a de 2008.
Entre os dias 27 e 28 de setembro de 1880, escreve o presidente da Província, João Rodrigues Chaves, "elevaram-se as águas do rio Itajaí e seus afluentes a um nível que excedeu todas as previsões e inundaram rapidamente e impetuosamente todo o grande vale [...], Blumenau, o núcleo colonial de Luiz Alves e o povoado de São Pedro do Gaspar, causando graves danos e muitas perdas de vidas. Estradas, pontes de grande valor, habitações, engenhos, todas as plantações, fundadas nestes férteis municípios e nos de Tijucas e Tubarão".
E o presidente continua: "Vou abrir a vossos olhos o quadro triste desta desgraça. Na Colônia de Itajaí pereceram nessa inundação três pessoas; em Blumenau, 11; em Luiz Alves, 25; em Tubarão, três, e, finalmente, em Tijucas, uma pessoa, em um total de 42 mortos". A solidariedade brasileira era bem-vinda. Chaves louva os atos de caridade e cita vários doadores, inclusive dom Pedro 2º, sua majestade imperial, e a imperatriz Thereza Christina.
Chegaram doações das províncias vizinhas do Paraná e Rio Grande do Sul. O povo é grandioso, solidário, mas não recebe soluções.
No século 20, as maiores cheias na região do Vale do Itajaí ocorreram em 1957, 1961, 1984 (a grande enchente que atingiu Blumenau) e a de 1987. Em 24 de março de 1974, chuvas intensas de dois dias desceram a serra arrasando Tubarão, no sul de Santa Catarina.
O desmatamento, a ocupação desordenada das encostas, a omissão dos poderes públicos no controle demográfico de regiões de risco, associados à especulação imobiliária, lavouras e plantações desordenadas nos picos dos morros, agravam os eventos.
A comunicação instantânea pode transformar a enchente de 2008 em um triste e grandioso espetáculo que passará para a história como mais uma inundação. Ou será, a continuar a inércia da gestão pública, mais uma histórica enchente?
(Folha de SP, 28/11)
FONTES:
http://papodehomem.com.br/
http://www.jornaldaciencia.org.br/
Meia Amazônia Não
O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.
O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.
Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.
Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005.
Assinem!!!!
21 novembro, 2008
Orgulho de ser brasileiro.

Agricultura orgânica X Agricultura convencional

Sua salada depois de dez dias
Muito se fala sobre a maior qualidade nutricional dos alimentos orgânicos em comparação aos cultivados com agrotóxicos. A foto ao lado dá uma idéia do porquê. As fotos que foram feitas dos produtos registraram a fase de decomposição de alimentos orgânicos e os chamados “convencionais”, que receberam agrotóxico. Elas foram tiradas cerca de dez dias depois de os vegetais terem sido envasados para um estudo do Centro de Pesquisa da Fundação Mokiti Okada.
Segundo Fernando Augusto de Souza, coordenador geral do centro de pesquisa, o estudo mostra como os agrotóxicos alteram a estrutura celular dos vegetais, acelerando a sua decomposição em comparação aos orgânicos.
“A foto demonstra como a parede celular, que compõe a planta, é mesmo mais consistente nos produtos orgânicos, que resistem mais tempo. Quando o vegetal cresce com produtos químicos em sua estrutura, a parede celular fica mais frágil e ele resiste menos à ação de fungos e bactérias”, explica Fernando Augusto.
De acordo com Fernando, a rapidez na decomposição dos vegetais convencionais mostra também que há menor quantidade de antioxidantes neles. Esses antioxidantes protegem as plantas dos processos de decomposição. Para os humanos, a ingestão da substância pode ajudar na prevenção de doenças como câncer e Mal de Alzheimer.
20 novembro, 2008
Futuro nefasto...
S. O. S. Amazônia
O limite máximo de desmatamento que a Amazônia pode suportar antes de se transformar irreversivelmente numa savana é 50%, segundo um estudo divulgado hoje em Manaus pelo pesquisador Gilvan Sampaio, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Este é o chamado "ponto sem retorno", ou tipping point, em inglês, a partir do qual a floresta perde a capacidade de se regenerar. Hoje, cerca de 20% do bioma já foi desmatado em toda a América do Sul. Se os atuais 20% de área desmatada chegarem a 50%, a situação se tornará irreversível.
A região mais impactada pela transformação seria a Amazônia Oriental, formada principalmente pelo Pará. "Todo o leste da Amazônia viraria uma savana", disse Sampaio, que apresentou os resultados de sua tese de doutorado na conferência Amazônia em Perspectiva, que reúne os três maiores programas de pesquisa sobre a floresta (conhecidos pelas siglas LBA, Geoma e PPBio). "A floresta se auto-sustenta", explicou o cientista. "A vegetação depende do clima, mas o clima também depende da vegetação. Quando você remove a cobertura vegetal, você muda também o clima, até um ponto crítico em que a floresta não consegue mais voltar ao que era antes."
A porção oeste do bioma permaneceria relativamente imune às alteração, blindada pelos índices pluviométricos mais elevados nas regiões próximas aos Andes. A transformação "sem volta" ocorreria somente nas áreas já desmatadas, segundo Sampaio - apesar de outros cientistas acreditarem que o desmatamento no leste poderá cortar o fluxo de vapor de água para o interior da floresta, no oeste.
A tese de Sampaio é a expansão de um trabalho publicado por ele mesmo e colegas no ano passado, que abrangia apenas a Amazônia Oriental e estimava o ponto sem volta em 40% de desmatamento. O novo modelo é mais completo porque abrange toda a Amazônia na América do Sul e faz o casamento entre as flutuações de clima e vegetação, enquanto o anterior trabalhava apenas com variação de cobertura florestal.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com
19 novembro, 2008
Gincana de Geografia - resultado 3ª fase
Resultado geral até a 3ª fase:
Campeões da 3ª fase:

Equipe Red Angels: Jorge Lucas, Lucas Santos, Iago Costa, Thiago Cabral. Ausentes na foto: Adrian Vinícius, Felipe Teles e Daniel Santos.
06 novembro, 2008
04 novembro, 2008
Eleições norte-americanas: o grande dia.
Estados Unidos realizam eleição que deve ter presença maciça de eleitores
Ter, 04 Nov, 08h21
Washington, 4 nov (EFE).- Os Estados Unidos votam hoje em uma jornada eleitoral na qual se prevê uma presença às urnas em massa, e na qual o candidato democrata Barack Obama pode se tornar o primeiro presidente negro do país.
Após uma campanha que a sociedade americana viveu mais intensamente que nunca, as últimas pesquisas prevêem a vitória de Obama sobre seu oponente republicano John McCain, com uma diferença de 10 pontos percentuais entre ambos - 53 a 43.
Mais de 130 milhões de eleitores, um número recorde, comparecerão hoje às urnas para participarem de eleições de âmbito federal, estadual e local, prevêem os analistas.
Existe a previsão da participação de muitos eleitores principiantes, sobretudo negros e hispânicos.
Eles elegerão não apenas o presidente do país, um terço dos cem membros do Senado e os 435 representantes da Câmara baixa, mas também as assembléias de muitos estados, vereadores, juízes, chefes de Polícia e outros cargos locais e estaduais, por sua vez se pronunciarão em dezenas de referendos.
A inovadora candidatura presidencial de um homem negro, o democrata Barack Obama, contribuiu para impulsionar a inscrição de novos eleitores, tanto os que querem ajudar a levá-lo à Casa Branca como os que o rejeitam.
O censo eleitoral calcula uma participação de cerca de 153 milhões, quase 75% das aproximadamente 200 milhões de pessoas com direito a voto, e espera-se que o nível de participação alcance dois terços.
Nas últimas convocações presidenciais a participação ficou entre 50% e 55%.
Notícia na íntegra:
Mega fusão Itaú e Unibanco
Os dois bancos atuam há mais de 60 anos no mercado financeiro
Os bancos Itaú e Unibanco anunciaram nesta segunda-feira a união dos dois grupos financeiros. A negociação cria um conglomerado com valor de mercado que o situa entre as 20 maiores instituições financeiras do mundo e a maior do Hemisfério Sul. Segundo o Itaú, a união é fruto de negociação sigilosa de 15 meses.
Ainda de acordo com os bancos, será criada uma nova controladora (holding) não financeira e o controle do novo banco será compartilhando entre Itaúsa (holding do Itaú) e Unibanco. Até o fim de setembro, Itaú Unibanco holding tinha lucro líquido de R$ 8,1 bilhões e patrimônio líquido de R$ 51,7 bilhões.
Algumas informações sobre a nova instituição:
1- Contará com aproximadamente 4.800 agências e PABs, representando 18% da rede bancária; e 14,5 milhões de clientes de conta corrente, ou 18% do mercado. Em volume de crédito representará 19% do sistema brasileiro; e em total de depósitos, fundos e carteiras administradas atingirá 21%.
2- No mercado de seguros, nasce com uma participação de 17%; e 24% em previdência.
3- As operações Corporate somam mais de R$ 65 bilhões, com atendimento a mais de dois mil grupos econômicos no Brasil.
4- O negócio de Private Bank será o maior da América Latina, com aproximadamente R$ 90 bilhões de ativos sob gestão.
5- As operações de Cartões de Crédito passam a contemplar as empresas Itaucard, Unicard, Hipercard e Redecard.
6- O total de ativos combinado é de mais de R$ 575 bilhões, o maior do Hemisfério Sul.
Confira matéria na íntegra aqui.
Água contaminada por urânio no interior da Bahia
Foi divulgado, nesta terça-feira (4), o resultado das amostras de água colhidas na região da cidade de Caetité, a 757 km de Salvador, onde há suspeita de contaminação do líquido por urânio.
Dos sete poços analisados, um deles apresentou contaminação por urânio acima dos limites permitidos pela resolução do Conama 357/05. Segundo os estudos realizados através de um convênio firmado pelo Governo da Bahia, a água contaminada está em um poço utilizado por cinco famílias do distrito de Juazeiro, no município de Caetité.
Diante desta constatação, os órgãos de meio ambiente e saúde do Governo do Estado decidiram pela suspensão do consumo da água deste poço. Em nota, o Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ) afirmou que o governo providenciou, como solução alternativa, o fornecimento de água através de carro-pipa para as famílias que usam o poço onde a água está contaminada.
Ainda no comunicado, a Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde garantiu a prestação de assistência às vintes pessoas, integrantes das cinco famílias, que utilizam a água.
Este poço não estava dentro da relação dos pontos analisados pela Organização Greenpeace, que divulgou a contaminação por urânio da água de Caetité no dia 16 de outubro.
Na ocasião, o Greenpeace revelou que foram colhidas várias amostras de água utilizada pelas comunidades que vivem na área de influência direta da mina explorada pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB).
Em duas delas, ficou constatado que a água utilizada para consumo humano apresentava contaminação por urânio muito acima dos índices máximos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Ainda segundo as análises do governo, nos pontos da bacia de acumulação Joaquim Ramiro e no poço de captação de abastecimento do povoado de São Timóteo, foram encontrados traços de urânio insignificantes, em quantidades abaixo do limite de quantificação da metodologia de análise laboratorial e do previsto na resolução Conama 357/05.
Já as análises no poço na localidade de Lourinho (povoado de Juazeiro), na torneira pública (na praça do povoado de Juazeiro), na barragem de Águas Claras e na barragem do povoado de Buracão, não indicaram, preliminarmente, contaminação por urânio.
Segundo o Ingá, ainda não foi possível avaliar o motivo da contaminação em Caetité. Os resultados preliminares não indicam se a contaminação encontrada foi provocada pela atividade de mineração das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) ou se é natural, devido à presença do urânio no solo da região. O Governo do Estado garantiu que todos os poços da região serão monitorados constantemente.
Na próxima sexta-feira (7), às 18h, o Ministério Público Federal vai realizar uma audiência pública, em Caetité, para discutir o assunto com os moradores da região.
FONTE: http://ibahia.globo.com





