12 janeiro, 2010
Lixo, lixo ,lixo
http://www.ecodebate.com.br/2009/03/27/uma-ilha-flutuante-de-lixo-no-oceano-pacifico/
http://www.ecodebate.com.br/2009/06/09/relatorio-da-onu-conclui-que-plasticos-constituem-maior-parte-de-lixo-no-mar/
http://www.ecodebate.com.br/2010/01/06/para-salvar-o-planeta-salvem-os-oceanos
http://www.ecodebate.com.br/2010/01/04/leia-depois-das-festas-festeje-sem-emporcalhar-o-planeta
Terremotos no Brasil
Epicentro foi no Rio Grande do Norte, segundo laboratório sismológico.
Abalo teve reflexos em Pernambuco e Paraíba.
O tremor de terra registrado no Rio Grande do Norte, às 14h (horário de Brasília), teve reflexos em Pernambuco e na Paraíba. As informações preliminares do laboratório sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) indicam que a magnitude do tremor atingiu 3,8 na escala Richter, mas os dados das estações medidoras seguem em análise dos técnicos.
Segundo Eduardo Alexandre Menezes, do laboratório sismológico da UFRN, o epicentro do tremor pode ter sido em Poço Branco (RN), Taipu (RN) e João Câmara (RN), região que já viveu o susto de um abalo no sábado (9).
O tremor desta segunda-feira foi sentido em um raio de 300 quilômetros do epicentro e atingiu cidades dos estados vizinhos. "Estamos calculando a profundidade do tremor para sabermos a intensidade sísmica percebida pela população local", disse Menezes.
De acordo com Sérgio Leocádio, da Secretaria de Defesa Social de Natal, até as 17h (horário de Brasília), não houve registros de pedidos de socorro ou comunicação de imóveis danificados após o tremor na capital potiguar.
A administração do Natal Shopping informou que os clientes sentiram o abalo no horário de pico (almoço), quando algumas pessoas frequentavam a praça de alimentação. Por dia, cerca de 20 mil pessoas circulam pelo estabelecimento, mas não há como precisar quantas estavam no shopping no momento do tremor. Ninguém ficou ferido e não houve danos na estrututura do prédio.
Série de abalos
Joaquim Ferreira, coordenador do laboratório sismológico da UFRN, disse ao G1 que temia que novos tremores pudessem ser registrados no estado após o primeiro abalo ocorrido no sábado. Naquela ocasião, o tremor foi sentido em João Câmara, Poço Branco (RN), Taipu (RN), Ceará-Mirim (RN) e em alguns bairros de Natal.
O tremor de terra registrado no sábado foi maior do que os equipamentos apontaram inicialmente e teve epicentro em Taipu (RN), local diferente do que havia sido apontado pelas estações medidoras. Uma nova medição de técnicos potiguares indicou que o abalo atingiu magnitude de 2,7 graus, podendo chegar a até 3 graus na escala Richter.
A magnitude preliminar aferida pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) foi de 2 graus na escala Richter, com epicentro em João Câmara (RN).
O coordenador afirmou que os últimos registros de tremores na região ocorreram em 1997.
Tremores em 2010
Este foi o segundo registro de tremor no prazo de uma semana no país. No sábado (2), os equipamentos do observatório registraram um tremor em Sobral (CE), que atingiu magnitude de 2,7 graus na escala Richter.
Casos recentes
Dois equipamentos do Serviço Geológico do Brasil (SGB) registraram dois abalos em Presidente Figueiredo (AM), em 30 de dezembro de 2009. Cada um dos tremores atingiu 2,4 e 3 graus na escala Richter.
FONTE: http://g1.globo.com/
Continente TRASH
Por Kitt Doucette
Dejetos gerados pelo mundo todo formaram um enorme lixão flutuante que tem quase o tamanho do Amazonas – e está voltando para o continente
"Bem-vindos ao futuro", diz o capitão Charles Moore, comandante de uma embarcação de pesquisa de 25 toneladas chamada Alguita. Ele está no porto da bacia de Kewalo, no litoral sul de Oahu, no Havaí, segurando uma jarra cheia com um líquido amarelo turvo. Pedacinhos de dejetos flutuam no líquido, uma massa anuviada de lixo. A maior parte é plástico. "Esta aqui é a aparência dos nossos oceanos hoje", Moore prossegue, com sua fala arrastada de marinheiro. "Esta amostra foi colhida no Pacífico, a cerca de 1.600 quilômetros de Los Angeles, na direção oeste-sudoeste. Mas eu preciso enfatizar que isto aqui não acontece em um lugar só - isto aqui está no oceano inteiro." O líquido na jarra parece mais uma poça d'água em Manhattan, Nova York, do que algo retirado do Pacífico, tão azul e plácido.
Foi Moore que, em 1997, fez uma descoberta a respeito do oceano que fez alarmes soarem no mundo todo. Ao retornar para casa, na Califórnia, depois de uma regata até o Havaí, ele traçou sua rota pelo Giro Pacífico Norte, uma região conhecida pelos marinheiros como "zona de calmaria". Com cerca de 26 milhões de quilômetros quadrados, a área é local de ventos tropicais e correntes circulares cuja tendência é manter qualquer coisa que entra ali sem autopropulsão durante meses, anos e até décadas inteiras. Ali, perto do centro das correntes lentas, profundas e em sentido horário que formam essa contracorrente oceânica, Moore deparou com uma massa extensa de dejetos flutuantes que ficou conhecida como Grande Mancha de Lixo do Pacífico (em inglês, Great Pacifi c Garbage Patch).
A primeira coisa que é necessária saber a respeito da Grande Mancha de Lixo do Pacífico é que seu nome, que pode trazer à mente algum título de desenho animado do Snoopy, é muitíssimo inapropriado. Na realidade, a "mancha" é um vórtice giratório de uma sopa de plástico, um pântano imenso e fétido de dejetos em que pedacinhos minúsculos de plástico podre se sobrepõe ao zooplâncton - um dos organismos mais prolíficos e abundantes no planeta - na proporção de seis para um. Ninguém sabe seu tamanho exato, nem se tem algum tipo de limite: sua localização e seu formato variam de acordo com fatores como temperatura da água, estação do ano e eventos climáticos importantes como o El Niño. Cientistas estimam que seu tamanho seja equivalente a duas vezes o do estado norte-americano do Texas (ou quase a área do estado brasileiro do Amazonas) - talvez seja até maior - e que contenha cerca de dez milhões de toneladas de lixo.
FONTE: http: www.rollingstone.com.br/
Circulando pela internet um email que mostrava "imagens de satélite" retratando esse lixão flutuante informava que havia 100 milhões de toneladas de lixo nele e que era maior que os EUA. Temos que ter cuidado ao repassar essas mensagens, que podem até ser verdadeiras, como é o caso acima, porém, podem ser muuuito aumentadas...
08 janeiro, 2010
Introspectiva 2010
Então, estava ouvindo I Heard through the Grapevine - do Creedence Clearwater Revival - uma música de um cara traído | corno | ( que fica menos pior na interpretação do Michael Mcdonald, pelo menos dá um ar de música dançante...), uma música veeeeeeelha, no início de um "ano novo" e esse contraste fez bater uma onda daquelas de perguntas e idéias malucas que ficam pulando na mente...
Nós falamos tanto do "novo" e insistimos em utilizar coisas velhas: não jogamos fora ou damos aquela blusinha porque achamos que um dia vai voltar a caber... os CDs (remasterizados) daqueles artistas que faziam sucesso quando não éramos nem nascidos ainda... os torcedores dos times de futebol que quando debatem com rivais abrem o baú dos títulos do seu clube láááááá do tempo do ronca (de campeonatos que as vezes nem existem mais)... e por aí vai...
Todo ano desejamos feliz ano novo, boas festas, desejamos melhoras, prometemos coisas, etc., mas fazemos coisas novas?
Nós comemoramos o Natal, o reveillon, nos prometemos fazer isso e aquilo, mas no dia 2 de janeiro tudo volta à rotina... e o "ano novo" foi só aquele momento lá da meia noite pra madrugada do dia 1°.
Os acontecimentos são diferentes? Será que cada ano é uma repetição do outro "no geral", apenas mudando os nomes/tipos de acidentes, cataclismos naturais, atos corruptos, shows, aumento de preços, etc...?
Esse ano veio logo de cara aquele desastre em Angra, morreu muita gente, logo no Reveillon (não seria legal ser tema do primeiro post do ano). Lembro de um naufrágio na Baía da Guanabara também num reveillon, há muitos anos - 1988/1989 - de uma embarcação chamada Bateau Mouche, também morreu bastante gente...
Esse ano começou com deslizamentos e alagamentos - restos de 2009 - pois já haviam começado em dezembro, coisas do ano velho que se arrastaram para o ano novo. E já chegaram os tremores de terra em alguns estados do Nordeste do Brasil! Quem pensaria nisso?
Vulcão se ativando na América do Sul, terremotos e tsunamis na região da Oceania, atentados (e mortes) com homem bomba no Oriente Médio, morte por frio na Europa... o ano começou agitadíssimo. Esperamos que acalme um pouco.
Nem estou em Capricórnio, mas não consegui ter otimismo para ver ainda nada de bom pra falar de 2010, se alguém tiver alguma idéia, me avise.
25 dezembro, 2009
Lembrancinha de Natal
FONTE: http://www.ivancabral.blogspot.com/
24 dezembro, 2009
Presentes de Natal: visão sociológica X visão economista
"Dar presentes de Natal é como uma missão de paz", analisa sociólogo
Pouco se sabe sobre a origem, o significado e as implicações exatas do ato de presentear. Sociólogo detecta raízes na procriação e função anti-agressiva. Para economista, orgia de compras de Natal é delírio consumista.
Cada cidade tem seus costumes de Natal. Mas Berlim acrescentou um tempero especial à festividade, ao inventar o comércio natalino. Essas palavras, escritas pelo conceituado publicista Sebastian Haffner em 1933, poderiam datar de hoje.
Pois, nesse aspecto, a capital alemã nada mudou: no final de dezembro, seus cidadãos lotam as lojas de departamentos, os novos palácios do prazer, como se o mundo fosse se acabar. Eles zombam da crise e gastam fortunas em presentes. Mas, afinal, qual é o motivo de tal comportamento?
Orgia de compras
Em meio à maior loja de departamentos de Berlim, a Kaufhaus des Westens (KaDeWe), o sociólogo Friedrich Rost observa com um sorriso condescendente a orgia em massa da compra de presentes. Mas trata-se de um elemento social indispensável, explica o professor da Universidade Livre, que há 20 anos estuda o fenômeno do presentear e ser presenteado.
"Pois [presentear] é a expressão de um valor que, no fundo, não há como se comprar numa loja – quando a coisa dá certo. Existem, é claro, também presentes malsucedidos, e aí a decepção pode ser grande. Mas, em si, trata-se de sinais visíveis de um relacionamento. E para os sociólogos tais redes de relações – quem presenteia a quem com o quê – são muito interessantes."
Olhando-se por trás da fachada do ato, logo se nota que quem presenteia também fica extremamente feliz. Rost defende a tese de que dar algo voluntariamente inibe agressões e alivia conflitos acirrados. Aos olhos do sociólogo de Berlim, presentear é um puro ato social, capaz de estabelecer uma confiança que o dinheiro não compra. "Pois o outro é, por assim dizer, incluído. Não se trata de uma ação egoísta, voltada apenas para a própria vantagem: ela conta com o outro", esclarece.
Tema pouco estudado
É isto que devemos ter em mente ao dar presentes: somos como tropas de paz sob a árvore natalina. E essa é uma oportunidade única de pôr de lado velhos conflitos e mal-entendidos. Presentear é uma espécie de missão de capacetes azuis e não deveríamos apenas providenciar algo para encher a meia de Natal dos amigos, mas – precisamente – para os inimigos e adversários.
"São gestos de gentileza, a fim de gerar uma boa atmosfera para o diálogo. Exatamente como quando se é convidado para a casa de alguém não muito conhecido e se leva um ramo de flores, ou outra coisa, para gerar uma possível simpatia."
Por tratar-se de um tema a que a ciência tem dedicado pouca atenção, até hoje pouco se sabe sobre a origem, o significado e as implicações exatas do ato de dar presentes. Pois nele está oculta uma quantidade enorme de códigos e gestos, consensos culturais e mal entendidos de nossa vida cotidiana, explica Friedrich Rost.
"Uma das origens é, seguramente, a hospitalidade, a outra é o cuidado da cria, em especial o processo de escolha e conquista do parceiro. Há também raízes nas oferendas religiosas. Desse modo, deve-se partir do princípio de que é uma atividade muito complexa, que muito cedo se disseminou antropologicamente. E que, acima de tudo, se associou à experiência de que através dela se podem selar alianças."
"Delírio econômico"
Presentear seria, portanto, dar e receber, um ato recíproco que desperta sentimentos infantis de alegria e valorização, mas também de surpresas.
Porém alguns economistas veem a coisa um pouco diferente. O especialista em finanças inglês Joel Waldfogel fala de um "delírio econômico", que a cada ano destrói tantos valores quanto um furacão. Segundo suas pesquisas, os alemães gastam, em média, 700 euros como o Natal, no mais das vezes com resultados extremamente duvidosos.
Os campeões dos presentes equivocados são os sogros, seguidos de perto de avós, tias, irmãos e pais, revela o estudo de Waldfogel, que estima em 70 bilhões de euros a soma total das escolhas natalinas mal feitas. Por outro lado, lembra o sociólogo Friedrich Rost, quem recusa um presente magoa o presenteador. E isso representaria o fim da paz sob a árvore de Natal.
Autor: Christoph Richter (av)
Revisão: Soraia Vilela
FONTE: http://www.dw-world.de/
20 dezembro, 2009
Ovo frito no fundo do mar

Parece mesmo...
Cientistas acham cratera submarina que pode ser de meteorito
Portugueses encontraram depressão no fundo do Oceano Atlântico que pode ser resultante do impacto de meteorito.
Cientistas portugueses encontraram uma depressão no fundo do Oceano Atlântico, ao sul das ilhas de Açores, que dizem poder se tratar de uma formação resultante do impacto de um meteorito. A depressão tem um formato circular, com seis quilômetros de diâmetro e uma ampla cúpula e, devido ao seu formato, foi chamada de "Ovo Frito".
Os cientistas calculam que a colisão ocorreu em algum momento nos últimos 17 milhões de anos. "Para termos certeza, precisamos coletar amostras e fazer um perfil das camadas de sedimento para determinar se as formações são resultantes de um impacto", afirmou o cientista Frederico Dias, do grupo de pesquisa Estrutura de Missão Para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC).
"Precisamos também verificar todos os sinais que são consistentes com um impacto de alta velocidade, como vidro gerado no derretimento e, claro, escombros; e os chamados cones estilhaçados (rochas que sofreram choque)", acrescentou o pesquisador.
Os cientistas também encontraram outra formação semelhante, porém menor, a oeste da primeira formação. Dias apresentou a descoberta do suposto impacto na Reunião de Outono da União Geofísica Americana em San Francisco, Estados Unidos, a maior reunião anual de cientistas especializados em geofísica.
Picos centrais
A cratera, identificado pela primeira vez durante uma análise para mapeamento da plataforma continental portuguesa, em 2008, está a uma profundidade de dois quilômetros abaixo do nível do mar, a cerca de 150 quilômetros do arquipélago de Açores.
A cúpula no centro da cratera - que seria a "gema" do Ovo Frito - tem cerca de três quilômetros de diâmetro e cerca de 300 m de altura. Ela é cercada por uma vala em anel que fica de cerca 110 m abaixo do solo ao redor da cratera.
Os cientistas portugueses já descartaram a possibilidade de a formação ter origem vulcânica, pois eles não encontraram vestígio de fluxo de lava dentro da estrutura ou em seus arredores.
A segunda cratera encontrada pelos cientistas fica a oeste da primeira formação, entre três e quatro quilômetros de distância, e é bem menor. "Fica bem ao lado. Se o 'Ovo Frito' é uma cratera, esta (formação) também pode ser uma", afirmou Frederico Dias.
A equipe de cientistas portugueses já tem uma terceira expedição à região marcada para o começo de 2010 e, nesta viagem, vão usar um veículo operado por controle remoto para tentar recolher amostras do fundo do mar para análise.
A apresentação dos detalhes a respeito da formação perto de Açores na reunião em San Francisco dividiu os cientistas participantes a respeito da teoria do impacto de um meteorito, de acordo com Dias. "Mesmo se não for uma cratera formada por um impacto, ainda assim é uma formação interessante", afirmou o cientista português.
FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/
19 dezembro, 2009
Ardi - hominídeo de 4,4 milhões de anos
Cada dia acham um mais velho, e mais velho e mais velho. E sempre tem uma "evolução".
Vai uma sugestão: 'inverter' a linha de pensamento. E se os macacos são a involução do homem? E não estes últimos a evolução do primeiro?

Ardi, o esqueleto de hominídeo mais antigo já encontrado até hoje, com 4,4 milhões de anos, foi a descoberta científica mais importante de 2009, estimou nesta quinta-feira a prestigiada revista Science.
COP - 15: "acordo imperfeito"
notícia em: http://br.noticias.yahoo.com/
Mais uma vez as necessidades particulares falaram mais alto. Cada um buscou um acordo que não atingisse seu crescimento econômico, mesmo que para isso o tempo de vida útil do planeta tenha que ser reduzido (por mais que tentassem fazer parecer que se preocupam com ele). Mesmo com o auto-engano de que conseguiram fazer algo de útil na conferência, a verdade é que não se entendeu a gravidade da situação, que já caminha (há muito tempo) para o irreversível. O mundo (o homem) se auto-destruirá por dinheiro.
Só resta a esperança de ter direito a um 'resgate' divino quando o planeta entrar em convulsão.
18 dezembro, 2009
COP -15
"A 15.ª Conferência das Partes acontece entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, em Copenhagen, Capital da Dinamarca. O encontro é considerado o mais importante da história recente dos acordos multilaterais ambientais pois tem por objetivo estabelecer o tratado que substituirá o Protocolo de Quioto, vigente de 2008 a 2012.
Uma atmosfera de expectativa envolve a COP-15, não só por sua importância, mas pelo contexto da discussão mundial sobre as mudanças climáticas. Aparecem aí questões como:
. o impasse entre países desenvolvidos e em desenvolvimento para se estabelecer metas de redução de emissões e as bases para um esforço global de mitigação e adaptação;
. os oito anos do governo Bush, que se recusou a participar das discussões e do esforço de combate á mudança do clima;
. a chegada de Barack Obama ao poder nos EUA, prometendo uma nova postura;
. os recentes estudos científicos, muitos deles respaldados pelo IPCC."
FONTE: http://www.portalodm.com.br/
Muitos sites, agências de notícias, jornais escreveram textos como este na esperança de, ao fim da COP-15, ter um tratado consistente, eficaz no tratamento das mudanças climáticas. Mas chegando hoje, dia 18 de dezembro, último dia da Conferência sobre clima, a sensação é de perda de tempo, muito blá-blá-blá e fracasso. Até ontem, não havia um texto que trouxesse algum avanço. O presidente da França, Sarkozy, alertou que estavam caminhando para um desastre - parece que estava adivinhando...
Numa última tentativa de não sair no fracasso total, Obama propõe que se tenha um acordo, mesmo que imperfeito. Porém, imperfeito infelizmente já foram todos os outros, pois se fossem perfeitos não precisariam ser subistituídos...
16 dezembro, 2009
Carbono negro envolve o planeta
Nasa divulga imagem do ‘black carbon’ envolvendo a Terra.
Substância resulta de combustão incompleta, que forma fuligem.
25 novembro, 2009
Lula e Ahmadinejad
19 novembro, 2009
Dia da Bandeira
FOTO: www.flickr.com/photos/A bandeira nacional do Brasil, segundo recomenda o decreto de lei n.º 4, tem por base um retângulo verde com proporções de 07:10 e inscrito a ele um losango amarelo que inscreve um círculo azul atravessado por um dístico branco com as palavras "Ordem e Progresso" em letras verdes, assim como vinte e sete estrelas de cor branca. É uma das poucas bandeiras nacionais no mundo que não possuem em nenhuma parte as cores preta ou vermelha — geralmente associadas à guerra, ao luto ou ao sangue — na sua composição.
Como a bandeira foi instituíta quatro dias após a Proclamação da República, comemoramos em 19 de novembro o Dia da Bandeira.
FONTES:
http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/
http://pt.wikipedia.org/wiki/
Sobre as estrelas
A estrela Espiga, situada acima da faixa branca, representa o estado do Pará, que, à época da proclamação da República, era o Estado cuja capital, Belém, era a mais setentrional do país. As estrelas do Cruzeiro do Sul representam os cinco principais Estados de então: São Paulo,Minas Gerais, Rio de Janeiro (antiga capital nacional), Bahia e Espírito Santo. Brasília, fundada quase meio século depois e para onde foi transferida a capital nacional, foi representada pela estrela sigma do Oitante, também chamada de Polaris Australis ou Estrela Polar do Sul, por situar-se no Pólo Sul celestial (em contrapartida a Polaris, situada no Pólo Norte celestial). Apesar de ser pouco brilhante e estar próxima ao limite de visualização a olho nu, essa estrela tem uma posição única no céu do hemisfério sul, pois é em torno dela que todas as estrelas visíveis giram. Além disso, Polaris Australis sempre está acima da linha do horizonte e pode ser vista a qualquer dia e hora de quase todos os lugares abaixo da linha do Equador.
Quanto à posição das estrelas, é interessante comparar o que dispõem as leis n.° 5.443, de 28 de maio de 1968 e n.º 5.700, de 1 de setembro de 1971:
Lei 5.700 de 1 de setembro de 1971.
Artigo 3:
§ 1.º - As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste.
Lei 8.421 de 11 de Maio de 1992
Artigo 3:
§ 1.º - As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 20 horas, 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste.
A posição e dimensões exatas de cada componente da bandeira são definidas em lei, bem como a associação das estrelas das constelações com os estados do Brasil.
O Brasil é o único país cuja bandeira respeita a posição astronômica das estrelas. É por esse motivo que as duas faces de sua bandeira são exatamente iguais, com a faixa branca inclinada da esquerda para a direita (do observador que olha a faixa de frente), sendo vedado fazer uma face como avesso da outra.
FONTE:
http://hid0141.blogspot.com/
História da bandeira:
http://www.bandvel.com.br/
15 novembro, 2009
Proclamação da República - 120 anos

A Proclamação da República brasileira: pela crise do poder imperial, surgimento de correntes de pensamento político e interesse de grupos sociais. E vamos moldando o país...
A Proclamação da República Brasileira foi um episódio que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia no Brasil e o Imperador D. Pedro II. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na Praça da Aclamação, hoje Praça da República, quando um grupo de militares do Exército brasileiro liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado sem o uso de violência, depondo o Imperador do Brasil.
A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos sociais.
Mesmo buscando uma posição política conciliadora, Dom Pedro II não conseguia intermediar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão político-ideológica. Os intelectuais, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.
Por um lado, os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no máximo, admitiam-na com a concessão de indenizações do governo. De outro, os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.
Os abolicionistas, que associavam a escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico junto a essa mesma idéia. É nesse contexto que as idéias republicanas ganham espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II. Até mesmo os setores mais conservadores, com a abrupta aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses.
A Igreja, setor de grande influência ideológica, também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam o poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres bispos e cardeais.
Em 1864, o Vaticano resolveu proibir a existência de párocos ligados à maçonaria. Valendo-se do regime do padroado, Dom Pedro II, que era maçom, desacatou a ordem papal e repudiou aqueles que seguiram as ordens do papa Pio IX. Mesmo anulando as punições dirigidas aos bispos fiéis ao papa, D. Pedro II foi declarado autoritário e infiel ao cristianismo.
Ao mesmo tempo, alguns representantes do poder militar do Brasil começaram a ganhar certa relevância política. Com a vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançou prestígio e muitos jovens de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército. As instituições militares dessa época também foram influenciadas pelo pensamento positivista, que defendia a “ordem” como caminho indispensável para o “progresso”. Desta forma, os oficiais – que já se julgavam uma classe desprestigiada pelo poder imperial – compreendiam que o rigor e a organização dos militares poderiam ser úteis na resolução dos problemas do país.
Os militares passaram a se opor ferrenhamente a Dom Pedro II, chegando a repudiar ordens imperiais e realizar críticas ao governo nos meios de comunicação. Em 1873, foram criados o Partido Republicano e o Partido Republicano Paulista. Aproximando-se dos militares insatisfeitos, os republicanos organizaram o golpe de Estado contra a monarquia.
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Desde o início, uma confusão...
É possível considerar a legitimidade ou não da república no Brasil por diferentes ângulos.
Do ponto de vista do "Código Criminal do Império do Brasil", sancionado em 16 de dezembro de 1830, o crime cometido pelos republicanos foi:
"Art. 87. Tentar diretamente, e por fatos, destronizar o Imperador; privá-lo em todo, ou em parte da sua autoridade constitucional; ou alterar a ordem legítima da sucessão. Penas de prisão com trabalho por cinco a quinze anos. Se o crime se consumar: Penas de prisão perpétua com trabalho no grau máximo; prisão com trabalho por vinte anos no médio; e por dez anos no mínimo."
O movimento de 15 de Novembro de 1889 não foi o primeiro a buscar a República, embora tenha sido o único efetivamente bem-sucedido, e, segundo algumas versões, teria contado com apoio tanto das elites nacionais e regionais quanto da população de um modo geral:
- Em 1788-1789, a Inconfidência Mineira e Tiradentes não buscavam apenas a independência, mas também, a proclamação de uma república, seguida de uma série de reformas políticas, econômicas e sociais;
- Em 1824, diversos estados do Nordeste criaram um movimento independentista, dentre elas a Confederação do Equador, igualmente republicana;
- Em 1839, na esteira da Revolução Farroupilha, proclamaram-se a República rio-grandense e a República Juliana, respectivamente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Alguns pesquisadores argumentam que, caso a monarquia fosse "popular" - o que não era - haveria movimentos contrários à república em seguida, além da Guerra de Canudos. Entretanto, segundo alguns pesquisadores, o que ocorreu foi uma crescente conscientização a respeito do novo regime e sua comemoração pelos mais diferentes setores da sociedade brasileira. Versão oposta é dada pela pesquisadora, Maria de Lourdes Mônaco Janoti, no livro "Os subversivos da República", que mostra o medo dos republicanos, nas primeiras décadas da república, em relação a uma possível restauração da monarquia no Brasil, e mostra ela, também, em seu livro, a repressão forte, por parte dos republicanos, a toda tentativa de se organizar grupos políticos monárquicos naquela época.
Neste sentido, um caso notável de resistência à república foi o do líder abolicionista José do Partrocínio, que, entre a abolição da escravatura e a proclamação da República, manteve-se fiel à monarquia, não por uma compreensão das necessidades sociais e políticas do país, mas, romanticamente, apenas devido a uma dívida de gratidão com a princesa Isabel. Aliás, nesse período de aproximadamente 18 meses, José do Patrocínio constituiu a chamada "Guarda Negra", que eram negros alforriados organizados para causar confusões e desordem em comícios republicanos, além de espancar os participantes de tais comícios.
Em relação à ausência de participação popular no movimento de 15 de novembro, um documento que teve grande repercussão foi o artigo de Aristide Lobo, que fora testemunha ocular da proclamação da República, no Diário Popular de São Paulo, em 18 de novembro, no qual dizia:
"Por ora, a cor do governo é puramente militar e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só porque a colaboração do elemento civil foi quase nula. O povo assistiu àquilo tudo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada!"
Na reunião na casa de Deodoro, na noite de 15 de novembro de 1889, foi decidido que se faria um referendo popular, para que o povo legitimasse, por meio do voto, a república. Porém esse plebiscito só ocorreu 104 anos depois, dentro da vigência da atual Constituição de 1988, no dia 21 de abril /1993. O seu resultado foi inequívoco: A república foi aprovada pela grande maioria da população, com 86% dos votos válidos.
FONTES:
14 novembro, 2009
Origem dos nomes dos estados brasileiros
Alagoas: O nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.
Amazonas: Nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.
Bahia: O nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.
Ceará: Vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.
Espírito Santo: Denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.
Goiás: Do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.
Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.
Mato Grosso: O nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.
Minas Gerais: O nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.
Pará: Do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.
Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.
Paraná: Do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.
Pernambuco: Do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.
Piauí: Do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.
Rio de Janeiro: O nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.
Rio Grande do Norte: Derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.
Rio Grande do Sul: Primeiro conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.
Rondônia: O nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.
Santa Catarina: Nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.
São Paulo: Denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.
Sergipe: Do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.
Tocantins: Nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.
FONTE: http://www.significadodosnomes.com/estadosdobrasil.php
11 novembro, 2009
Vazamento de Urânio na Bahia
Vazamento de urânio não apresenta riscos | |
| 11/11/2009 - 19h37m | |
| Técnicos das indústrias nucleares do Brasil, estatal responsável pela extração de urânio em uma mina de Caetité, no sudoeste do estado, garantiram nesta quarta-feira (11) que o vazamento que ocorreu durante a extração do minério não representa perigo a população. Segundo a empresa, o composto que vazou não é radioativo e o problema já teria sido resolvido. Mas a garantia não trouxe tranquilidade para quem vive em Caetité. A notícia do possível vazamento de urânio assustou quem vive em povoados próximos da mina de exploração do minério e usa a água dos poços artesianos. O alerta foi dado pela Organização Não-Ggovernamental Greenpeace, que afirmou ter recebido de moradores da cidade informações sobre um vazamento de 30 mil litros de concentrado de urânio, um composto radioativo. Em 2008, um relatório da mesma organização levantou a suspeita de que parte da água da região estaria com níveis de urânio acima dos recomendados pela Organização Mundial da Saúde. O minério produzido aqui passa por diversos processos químicos na Europa e no Canadá, onde se transforma no combustível que abastece as Usinas Nucleares de Angra 1 e 2. Segundo a Gerência da INB (Indústrias Nucleares do Brasil), empresa responsável pela extração do urânio, o vazamento não teria acontecido aqui na mina, mas na área industrial da empresa. FONTE: http://ibahia.globo.com/ | |
10 novembro, 2009
09 novembro, 2009
Picuinhas na América do Sul: Colômbia e Venezuela
"Diantes destas ameaças de guerra pronunciadas pelo governo da Venezuela, o governo da Colômbia se propõe a ir à OEA e ao Conselho de Segurança da ONU", indicou o secretário de imprensa do presidente Álvaro Uribe, César Mauricio Velásquez.
Velásquez disse que "a Colômbia não fez nem fará nenhum gesto de guerra contra a comunidade internacional (e) menos ainda contra países irmãos, e o único interesse que nos move é a superação do narcoterrorismo que durante tantos anos maltratou os colombianos".
"A Colômbia mantém sua disposição ao diálogo franco, às vias do entendimento e às normas do direito internacional", destacou o comunicado presidencial.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/Por que:
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse neste domingo que as Forças Armadas do país e a população civil devem se "preparar para a guerra" para garantir a paz. As declarações foram feitas em um momento de crescente tensão na fronteira com a Colômbia e da assinatura de um acordo militar entre os governos colombiano e americano.
em: http://ultimosegundo.ig.com.br/
Queda do Muro de Berlim - 20 anos
BERLIM - Líderes mundiais do passado e do presente reuniram-se na capital alemã nesta segunda-feira para comemorar o 20º aniversário da queda do Muro de Berlim, que levou à reunificação da Alemanha e acelerou o fim da União Soviética.
Imagens da noite histórica de 9 de novembro de 1989 -- quando os berlinenses do Leste presos atrás da barreira de concreto de 3,6 metros de altura correram aos postos de fiscalização para forçar a abertura deles -- dominaram a cobertura da TV e dos jornais alemães na última semana.
Como parte das comemorações desta segunda-feira, mil peças gigantes de dominó foram colocadas ao longo do trecho de 1,5 quilômetro do caminho original do Muro, perto do Portão de Brandenburgo.
Elas serão derrubadas na noite desta segunda, na presença dos líderes atuais da Grã-Bretanha, da França e da Rússia, numa reencenação simbólica de um dia que agitou o mundo. "A sua majestade consiste não na presença de uma estrutura, mas na ausência dela", disse o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, em trechos já divulgados do discurso que pronunciaria na noite de segunda. "O muro se foi. Duas Berlim são uma. Duas Alemanhas são uma. Duas Europas são uma." A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, também está em Berlim e se encontrou nesta segunda-feira com a chanceler alemã, Angela Merkel, a primeira líder alemã a crescer atrás do Muro, na Alemanha do Leste, comunista. Merkel, que trabalhava como pesquisadora na Berlim Oriental há 20 anos, chamou a queda do Muro de "o dia mais feliz na história recente da Alemanha". Apoiada pela União Soviética, o governo da Alemanha Oriental começou a erguer sua "barreira de proteção antifascista" nas primeiras horas de 13 de agosto de 1961 para pôr fim a uma fuga em massa de seus cidadãos para Berlim Ocidental, capitalista. Inicialmente uma cerca temporária de arame farpado, ela foi aos poucos se tornando uma barreira imponente que cercava os três setores ocidentais da cidade e era patrulhada por guardas de fronteira que tinham ordens de atirar em qualquer pessoa que tentasse fugir. Ao menos 136 mortes De acordo com um estudo publicado este ano, ao menos 136 pessoas morreram no Muro de Berlim entre 1961 e 1989 enquanto tentavam fugir. Outras milhares de pessoas conseguiram escapar das minas, dos cães de guarda e das torres de vigilância, usando artifícios como túneis e compartimentos ocultos em carros para chegar ao Ocidente. O Muro caiu depois que o membro do Politburo e porta-voz Guenter Schabowski disse numa entrevista coletiva que os cidadãos da Alemanha Oriental poderiam atravessar as fronteiras imediatamente. Ele não sabia que a decisão não deveria ser anunciada antes das 4h da manhã seguinte. Visto por milhares de pessoas na televisão, ele provocou uma corrida à fronteira que, despreparados, os guardas orientais foram incapazes de conter. Para algumas pessoas, a reunificação do país em 1990 permanece um ponto dolorido. Uma pesquisa com mais de mil alemães para o diário Leipziger Volkszeitung indicou que um em cada oito gostaria que o Muro fosse reerguido -- os números são quase iguais no Leste e no Oeste. Neste link, um infográfico histórico do erguimento e queda do Muro de Berlim: http://images.ig.com.br/infograficos/BerlimMuroPT0411/index1.html SÃO PAULO – Os 20 anos que se passaram desde a queda do Muro de Berlim não foram suficientes para encerrar as divisões econômicas e culturais da Alemanha. Essa é a opinião do historiador alemão Hermann Grampp, que nota a crescente equiparação dos indicadores sociais, mas considera que os 28 anos de separação ainda são "uma questão delicada" para a população do país. "Existe uma divisão mental, 'o Muro dentro da cabeça'", afirma, em entrevista ao Último Segundo. Grampp, 32 anos, é mestre em Estudos Históricos pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e também estudou história medieval, ciência política e economia na Universidade Livre de Berlim, onde vive desde 1997. Nascido em Bayreuth, no norte da Baviera, Grampp é considerado um especialista na capital alemã: além de aulas e palestras, ele também se dedica a liderar excursões temáticas sobre Berlim, algumas dedicadas inteiramente à história da barreira que separava a cidade. Entrevista em: http://ultimosegundo.ig.com.br/murodeberlim/
Para historiador alemão, 'muro psicológico' ainda divide população
Diferenças entre "lados" da Alemanha diminuíram, mas separação cultural e econômica ainda existe
Mais um furacão na América do Norte
Em El Salvador, as fortes chuvas remanescentes do furacão provocaram deslizamentos de terra e inundações e mataram mais de 90 pessoas e deixando pelo menos outras 60 desaparecidas. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país.
Rota
Na noite de domingo, o furacão Ida desviou sua rota e seguiu para o Golfo do México, onde se encontram diversas refinarias de petróleo e gás, e seguir no sentido do território dos Estados Unidos. Companhias petrolíferas que operam no Golfo do México anunciaram estar acompanhando o progresso do furacão, mas ainda não pensam em paralisar a extração de petróleo e gás.
A produção petrolífera do Golfo do México é responsável por 25% da produção nacional de petróleo noss EUA e 15% da produção de gás. Com o avanço de Ida, o centro de furacões montou um posto de observação em Grand Isle, Louisiana. A criação de um posto de observação significa que a chegada de um furacão é esperada nas 36 horas seguintes.
Estado de Emergência
O governador da Louisiana decretou estado de emergência para preparar o Estado para a tormenta. Mas as previsões são de que Ida pode perder força antes de chegar aos Estados Unidos ao interagir com uma frente fria.
FONTES:http://www.redebomdia.com.br/
http://www.estadao.com.br/noticias/
Enquanto não sai o acordo...

Imagem retirada de: blogdosergiones.blogspot.com/
26 outubro, 2009
Abaixo assinado para Acordo Climático
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De 7 a 18 de dezembro de 2009, lideranças de todo o planeta estarão reunidas em Copenhague para firmar acordos mundiais sobre a grave ameaça das mudanças climáticas. É inquestionável que este problema já está em curso, com efeitos dramáticos e potencialmente catastróficos para todos nós.
Ainda é tempo de evitar o pior, mas é preciso agir imediatamente! A transição para uma economia de baixo carbono pode trazer grandes benefícios, mas isso depende de como agirmos agora. (...)
Acesse o link abaixo para participar do Abaixo assinado TicTacTicTac:
http://www.tictactictac.org.br/
25 outubro, 2009
Aparelho celular e câncer
Londres, 24 out (EFE).- O uso do telefone celular pode ter relação com vários tipos de câncer, segundo um estudo internacional supervisionado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cujos resultados preliminares foram publica dos hoje pelo jornal "The Daily Telegraph".
Com um orçamento de 20 milhões de libras (22 milhões de euros), a pesquisa - que durou uma década e será divulgada até o fim do ano - oferece provas de que as pessoas que abusam do celular se arriscam a sofrer tumores cerebrais a longo prazo.
As conclusões preliminares indicam que existe "um risco significativamente maior" de ter um tumor cerebral "relacionado ao uso de telefones celulares durante um período de dez anos ou mais", afirma o jornal.
De acordo com o "Daily Telegraph", o estudo Interphone questionará as garantias que os Governos costumam dar sobre a segurança desses aparelhos e aumentará a pressão para que as autoridades de saúde divulguem conselhos mais claros.
A diretora da pesquisa, a doutora Elisabeth Cardis, professora do Centro de Pesquisa em Epidemiologia Ambiental (Creal) de Barcelona, disse que, apesar da "falta de resultados definitivos, vários estudos, embora sejam limitados, sugerem um possível efeito de radiação de radiofrequência" gerada pelos celulares.
"Portanto, estou de acordo, em geral, com a ideia de restringir o uso (de celulares) a crianças, embora não iria tão longe em proibir os telefones celulares, já que podem ser uma ferramenta muito importante (...)", disse Cardis, citada pelo jornal.
A especialista também defende "meios para reduzir a exposição" aos celulares, como a utilização de dispositivos handset - que permitem usar o telefone sem as mãos - e o uso moderado do aparelho.
Uma porta-voz da Creal em Barcelona afirmou à Agência Efe que o estudo coordenado por Cardis inclui vários dados de cidadãos de vários países, e acrescentou que é um trabalho muito complexo que "só será divulgado no final deste ano".
O estudo Interphone realizou pesquisas em 13 países e entrevistou a 12,8 mil pessoas - entre saudáveis e pacientes com tumores -, a fim de investigar se a exposição aos celulares está vinculada a três tipos de tumores cerebrais e um tumor da glândula salivar.
Pesquisas anteriores sobre os efeitos dos celulares na saúde foram pouco conclusivas, mas o projeto supervisionado pela OMS indica, por exemplo, que seis em oito estudos Interphone revelam um maior risco de sofrer de glioma (o tumor cerebral mais comum).
Um porta-voz da Agência de Proteção da Saúde (HPA) do Reino Unido disse que, "por enquanto, não há provas sólidas" sobre os efeitos nocivos do uso de celulares.
Já um porta-voz da associação de operadores de telefonia celular indicou que mais de 30% dos estudos científicos sobre esse assunto não encontraram nenhum impacto negativo para a saúde.Claro, qual operadora vai admitir que o uso de celular faz mal à saúde? Se quem lhes dá lucro são justamente os consumidores (que vão ler a notícia) que utilizam muito os aparelhos?
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/
24 outubro, 2009
Brasileiro leva a África ao Japão
Entrevista com o fotógrafo Sebastião Salgado:
http://br.video.yahoo.com/
15 outubro, 2009
12 outubro, 2009
O Dia das Crianças de outras crianças...
Charge: Ivan CabralRetirado de: ivancabral.blogspot.com
Dia das Crianças: origem
Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!
Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.
Em outros países
Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem.
Dia Universal da Criança
Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.
FONTE: http://mensagensepoemas.uol.com.br/dia-das-criancas/origem-do-dia-das-criancas-2.html



