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04 junho, 2010

Vazamento de petróleo no Golfo - a saga continua

Vazamento de petróleo no Golfo do México triplicou de tamanho em um mês, diz estudo

O derramamento de petróleo no Golfo do México quase triplicou de tamanho em um mês e tem uma dimensão total de 24.400 km2, similar ao Estado de Maryland (nordeste dos EUA) ou mais que o dobro da ilha da Jamaica, segundo um estudo divulgado na quarta-feira 2 de junho.

Um conjunto de três imagens por satélite do vazamento tiradas durante 12 horas entre a noite de terça-feira e a manhã desta quarta-feira por um centro especializado em análises de satélites da Universidade de Miami (Cstars) indica que a maré negra "tem agora uma superfície de 9.435 milhas quadradas (24.435 km2), quase como o estado de Maryland".

"Uma parte do petróleo está se movendo em direção aos keys da Flórida", indicou o estudo do Cstars, concluído na manhã da quarta-feira.

FONTE: http://noticias.uol.com.br/

30 abril, 2010

Mancha de petróleo no Golfo do México

A plataforma que explodiu no Golfo do México no dia 22 de abril vem, desde então, derramando petróleo no mar. A mancha ameaça estados americanos.

Mais um desastre ambiental na conta...




Notícia (fragmento):

Cinco mil barris (quase 800 mil litros) de petróleo jorram diariamente no mar do Golfo do México depois da explosão de uma plataforma, na semana passada. O vazamento é cinco vezes maior que o previsto e foi considerado catástrofe nacional pelo governo norte-americano.

Os ventos empurram o óleo para o continente, a poucos quilômetros da área de pântanos no delta do Rio Mississipi. Autoridades disseram que farão de tudo para manter o tráfego aberto no rio.

Até agora os esforços para conter o avanço da mancha, que incluem até uma barreira de lona, foram insuficientes. O governo americano reforça a ajuda à região para tentar evitar um desastre ambiental ainda maior.

FONTE: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/

09 novembro, 2009

Mais um furacão na América do Norte

O furacão Ida ganhou força no Caribe, perto da Península de Yucatán, e passou à categoria 2 neste domingo, enquanto avançava em direção ao Golfo do México, informou o Centro de Furacões dos Estados Unidos.

Em El Salvador, as fortes chuvas remanescentes do furacão provocaram deslizamentos de terra e inundações e mataram mais de 90 pessoas e deixando pelo menos outras 60 desaparecidas. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país.

Rota

Na noite de domingo, o furacão Ida desviou sua rota e seguiu para o Golfo do México, onde se encontram diversas refinarias de petróleo e gás, e seguir no sentido do território dos Estados Unidos. Companhias petrolíferas que operam no Golfo do México anunciaram estar acompanhando o progresso do furacão, mas ainda não pensam em paralisar a extração de petróleo e gás.

A produção petrolífera do Golfo do México é responsável por 25% da produção nacional de petróleo noss EUA e 15% da produção de gás. Com o avanço de Ida, o centro de furacões montou um posto de observação em Grand Isle, Louisiana. A criação de um posto de observação significa que a chegada de um furacão é esperada nas 36 horas seguintes.

Estado de Emergência

O governador da Louisiana decretou estado de emergência para preparar o Estado para a tormenta. Mas as previsões são de que Ida pode perder força antes de chegar aos Estados Unidos ao interagir com uma frente fria.

FONTES:
http://www.redebomdia.com.br/
http://www.estadao.com.br/noticias/

11 setembro, 2009

11 de setembro 2001: 8 anos do atentado

Hoje completa 8 anos do atentado terrorista que marcou o início do milênio: o ataque às Torres Gêmeas do World Trade Center, na cidade de Nova York, quando 2 aviões, tomados em sequestro por terroristas do Al Qaeda, grupo comandado por Osama Bin Laden, atingiram os prédios (que depois desabaram).

No mesmo dia (supostamente) houve outro ataque, também com um avião, ao Pentágono ( Quartel General do Departamento de Defesa dos Estados Unidos), porém, existem informações desencontradas.

Há diferentes versões para o evento, desde a que a segurança do país tinha grandes falhas (o que foi bastante estranhado, levando em consideração que os EUA como grande potência, investe muito no setor militar/armamentista), mas que sendo verdade, revelaria a vulnerabilidade da segurança estadunidense, até a teoria de que o atentado foi 'facilitado' pelo governo Bush para ter alavancada a produção armamentista que na época não ia muito bem e assim poder movimentar a economia do país.

Teorias a parte, o saldo não foi nada interessante em termos de vida, já que muitas foram perdidas, e seja lá a que interesses de cada lado essas mortes atenderam, as pessoas que se beneficiaram perderam uma grande oportunidade de serem humanos.


Museu divulga cenas inéditas de 11 de Setembro; tragédia faz oito anos

O Museu e Memorial Nacional 11 de Setembro lançou um site no qual reuniu sua coleção de vídeos e imagens registrados por cidadãos que testemunharam o ataque terrorista de 11 de Setembro, que completa oito anos.

Entre o acervo do museu, estão imagens de uma câmera no Brooklin que exibe, através de uma cerca de arame, a fumaça preta que saía de uma das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, quando um avião atravessa o outro edifício. O ataque deixa o ar repleto de pedaços de papéis, alguns dos quais caem nas mãos do cinegrafista.

FONTE: http://www.ipoom.com.br/

Um dos vídeos: http://www1.folha.uol.com.br/

02 setembro, 2009

Tropas dos EUA na América do Sul

Unasul diz que tropas extrarregionais não podem ser ameaça à região

BARILOCHE, Argentina (AFP) - Os presidentes participantes da cúpula da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) chegaram a um acordo na última sexta-feira em relação à crise criada por pactos militares assinados por Washington e Bogotá. O compromisso estabelecido, sem mencionar os Estados Unidos ou a Colômbia, exige garantias de que as tropas extrarregionais não representem uma ameaça.

A presença de tropas estrangeiras não deve constituir uma ameaça para a soberania regional, afirmaram, depois de um debate de sete horas sobre o uso de bases militares colombianas pelos Estados Unidos, na cidade argentina de Bariloche.

O acordo inclui, também, uma chamada para "uma reunião extraordinária de ministros das Relações Exteriores e da Defesa, para que (...) apresentem medidas de fomento da confiança e da segurança", segundo a declaração final do encontro.

Os doze países membros da Unasul expressaram, além disso, sua vontade de "reafirmar o compromisso de fortalecer a luta e a cooperação contra o terrorismo e a delinquência organizada (...), o tráfico de armas e a ação de grupos armados à margem da lei".

O texto final revelou um delicado equilíbrio, que reflete concessões feitas por todas as partes sobre o tema em debate.

"Respeitamos a soberania de cada país. Mas queremos nos resguardar, seria importante que no tratado existam garantias jurídicas ou um fórum internacional para isso", disse o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ao expor sua posição sobre a presença militar americana na região.

Durante o encontro, vários presidentes sul-americanos pediram ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que revele o alcance do pacto militar subscrito com a Colômbia.

Brasil, Argentina, Equador e Peru foram as nações que pediram explicações com maior ímpeto.

Durante a cúpula, foi aprovado um documento reafirmando que a presença de tropas extrarregionais não pode ameaçar a soberania dos países membros nem a paz regional.

Destacam-se no texto as decisões de:

. Fortalecer a América do Sul como zona de paz, assumindo o compromisso de estabelecer um mecanismo de confiança mútua em matéria de defesa e segurança, sustentando a decisão de não recorrer à ameaça ou ao uso da força contra a integridade territorial de outro Estado da Unasul.

. Reafirmar o compromisso de fortalecer a luta e a cooperação contra o terrorismo e a deliquência transnacional organizada e seus crimes conexos: narcotráfico, tráfico de armas pequenas e leves e rejeição à presença ou ação de grupos armados à margem da lei.

. Reafirmar que a presença de forças militares estrangeiras não pode, com seus meios e recursos vinculados a objetivos próprios, ameaçar a soberania e a integridade de qualquer nação sul-americana e, em consequência, a paz e a segurança da região.

. Os presidentes se dispuseram a instruir o Conselho Sul-Americano da Defesa a analisar o texto elaborado nos EUA sobre "Estratégia Sul-Americana. Livro Branco, Comando de Mobilidade Aérea (AMC)" que menciona o uso da base aérea colombiana de Palanquero (centro), como centro nevrálgico para operações na América do Sul.

Palanquero é uma das sete bases colombianas incluídas no acordo entre Washington e Bogotá.

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/

Esse tema foi tratado na cúpula devido a um pacto militar firmado entre Colômbia e EUA no início do mês de agosto.

Ver em:
Acordo militar entre EUA e Colômbia preocupa região

20 julho, 2009

O que foi a Corrida espacial


Historicamente, a exploração espacial começou com o lançamento do satélite artificial Sputnik pela URSS a 4 de outubro de 1957, no Cosmódromo de Baikonur (base de lançamento de foguetes da URSS), em Tyuratam, no Cazaquistão. Este acontecimento provocou uma corrida espacial pela conquista do espaço entre a URSS e os EUA que culminou com a chegada do homem à Lua.

A corrida espacial foi uma competição de tecnologia espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética, ocorrida entre os anos de 1957 e 1975 durante a Guerra Fria, considerada pela maioria do público como um dos episódios mais emocionantes da história da exploração espacial.

O primeiro ser vivo no espaço não foi um homem, mas a cadela russa Kudriavka, da raça laika. Ela subiu ao espaço em 3 de novembro de 1957 a bordo da nave espacial Sputnik II.Yuri Gagarin (1934-1968) foi o primeiro homem no espaço, em um vôo orbital de 48 minutos, a bordo da nave Vostok I. O vôo de Gagarin ocorreu em 12 de Abril de 1961. Neste vôo ele disse a famosa frase: "A Terra é azul, e eu não vi Deus".

Quatro meses após o lançamento da Sputnik I, os EUA responderam com seu primeiro satélite, o Explorer I, em 31 de janeiro de 1958.

O número de satélites artificiais terrestres e sondas espaciais lançados pelos EUA e pela URSS multiplicaram-se nos primeiros anos da corrida espacial.

Os feitos iniciais da URSS na corrida espacial desafiaram os EUA, cujo programa espacial ainda dava os primeiros passos - o primeiro estadunidense iria ao espaço só em 5 de maio de 1961, mesmo assim apenas em um vôo sub-orbital.

Em julho de 1958 foi criada a agência espacial dos EUA, a Nasa, responsável por coordenar todo o esforço estadunidense de exploração espacial e administrar o programa espacial dos EUA.

FONTE: www.wikipedia.org
Imagem: www.opovo.com.br/

Homem na Lua: grande feito ou grande farsa?

Durante a Guerra Fria, EUA e URSS empreenderam uma corrida espacial que chegou ao ápice em 20 de julho de 1969 com o pouso do homem no nosso satélite natural.

Há quem duvide que isso foi verdade.


História oficial:

Em um famoso discurso de 1961, o então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, lançou o desafio de "enviar homens à Lua e retorná-los a salvo" antes que a década terminasse.

A partir de então, os EUA colocaram em marcha um ambicioso programa espacial tripulado que iniciou com o Projeto Mercury, que usava uma cápsula com capacidade para um astronauta em manobras em órbita terrestre, seguido pelo Projeto Gemini com capacidade para dois astronautas, e finalmente o Projeto Apollo, cuja espaçonave tinha capacidade de levar três astronautas e pousar na Lua.

A missão Apollo 11 pousou na superfície lunar em 20 de Julho de 1969, em um local chamado "Sea of Tranquility" (Mar da Tranquilidade). Neil Armstrong e Edwin Aldrin tornaram-se os primeiros homens a caminhar no solo lunar.

Em todo o mundo cerca de um bilhão de pessoas assistiram pela televisão ao pouso do módulo lunar da Apollo 11, batizado de "eagle", no solo de nosso satélite. Duas horas após o pouso, Neil Armstrong saiu da nave e entrou para a história como o primeiro homem a pisar na Lua, sendo logo seguido por seu companheiro Edwin Aldrin. Os dois passaram 22 horas na Lua, sendo dessas, 2 horas e 40 minutos fora da nave.

Depois da Apollo 11, outras seis missões Apollo foram lançadas, sendo que cinco delas pousaram na Lua.

FONTES:
http://www.observatorio.ufmg.br/
http://pt.wikipedia.org/

Farsa do século?

40 anos após a Apolo 11 levar o homem ao satélite pela primeira vez, ainda há quem duvide que isso de fato ocorreu em 20 de julho de 1969. Em livros, filmes e sites, há cada vez mais argumentos "científicos" para defender a idéia de que tudo não passou de uma conspiração americana para cumprir o objetivo proposto, em 1961, pelo presidente John Kennedy, de que os EUA fariam uma viagem tripulada à Lua antes do fim da década de 1960 (tudo para passar à frente dos soviéticos na chamada corrida espacial). A cara e cuidadosa farsa teria sido preparada e realizada num estúdio no estado de Nevada, sob a direção de ninguém menos que Stanley Kubrick, o realizador de 2001 - Uma Odisséia no Espaço.

Referência: http://super.abril.com.br/

Sites que abordam a possível fraude:
http://www.afraudedoseculo.com.br/
http://www.showdalua.com/

10 junho, 2009

Sanções à Coreia do Norte


Acordo na ONU sobre resolução de sanções à Coreia do Norte

Os sete países encarregados do caso norte-coreano na ONU chegaram nesta quarta-feira a um acordo sobre os termos de uma resolução do Conselho de Segurança, com sanções a Pyongyang pelo recente teste nuclear, informaram fontes diplomáticas.

Um diplomata envolvido nas negociações, que não quis ser identificado, destacou que os sete países apresentarão o texto do projeto de resolução aos demais membros do Conselho ainda nesta quarta-feira durante uma reunião plenária.

Ele acrescentou que o texto pode ser objeto de uma votação já na quinta-feira. A aprovação é dada como certa.

Os sete países - os cinco membros permanentes do Conselho (China, Estados Unidos, França, Rússia e Grã-Bretanha), o Japão e a Coreia do Sul - tentavam há 16 dias chegar a um consenso sobre os termos de uma resolução condenando o teste nuclear efetuado pela Coreia do Norte no dia 25 de maio.

As novas sanções estudadas devem incluir um sistema reforçado de inspeções em alto mar dos cargueiros com destino ou em procedência da Coreia do Norte, a ampliação do embargo sobre as armas e mais sanções financeiras.

O jornal sul-coreano Chosun Ilbo noticiou nesta quarta-feira que Seul forneceu aos Estados Unidos informações sobre contas norte-coreanas em bancos estrangeiros, o que pode indicar que Washington se prepara para aplicar sanções financeiras contra o regime de Pyongyang.

Segundo a fonte, Seul teria entregue detalhes de 10 a 20 contas bancárias utilizadas por empresas ou associações sul-coreanas para transferir dinheiro para a Coreia do Norte no âmbito de relações comerciais ou projetos de ajuda.

As suspeitas das autoridades são de que as contas também sejam utilizadas para operações vinculadas a falsificação de moeda, tráfico de drogas ou lavagem de dinheiro.

A maioria das contas fica em bancos chineses, algumas em instituições da Suíça, além de outros países.

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/

Condenada pelo Conselho de Segurança da ONU e pela comunidade internacional por seu segundo teste nuclear, a Coreia do Norte, através da agência estatal de notícias KCNA, disse que os Estados Unidos continuam sendo um país "hostil" e que está "preparada para a batalha".

O regime comunista descreveu seu segundo teste nuclear como um esforço para ampliar "a sua capacidade nuclear para defesa".

O governo russo afirmou que o impacto da explosão desse novo teste nuclear pode ser comparado ao da bomba atômica norte-americana que devastou Nagasaki, na Segunda Guerra, tendo sido 20 vezes maior que o do teste norte-coreano de 2006.

Depois disso, enquanto o clamor geral ressuscita o receio de um novo e terrível conflito globalizado, um renovado estado de loucura no planeta, é conveniente recordar que certa vez perguntaram a Albert Einstein, a maior sumidade da Física no século XX, como seria a Terceira Guerra Mundial e ele disse que não sabia, mas que a Quarta seria com paus e pedras...

Fontes das notícias: Folha Online e O Globo

Retirado de: espiritodocotidiano.blogspot.com/

Leia também:

O ditador Kim Jong-il nomeia seu filho Kim Jong-un de 26 anos para sucedê-lo no poder.

06 junho, 2009

OEA e o bloqueio cubano

A Organização dos Estados Americanos é uma organização internacional criada em 1948, com sede em Washington (Estados Unidos), cujos membros são as 35 nações independentes do continente americano.

A Organização dos Estados Americanos foi fundada em 30 de abril de 1948, constituindo-se como um dos organismos regionais mais antigos do mundo. Com 21 países signatários, entre eles o Brasil, reunidos em Bogotá, Colômbia, assinaram a Carta da Organização dos Estados Americanos, onde a organização definia-se como um organismo regional dentro das Nações Unidas. Os países-membros se comprometiam a defender os interesses do continente americano, buscando soluções pacíficas para o desenvolvimento econômico, social e cultural.

Atualmente, a OEA conta com 35 estados-membros que, a partir de 1990, definiram como prioridade dos seus trabalhos o fortalecimento da democracia e assuntos relacionados com o comércio e integração econômica, controle de entorpecentes, repressão ao terrorismo e corrupção, lavagem de dinheiro e questões ambientais. Mazelas comuns a certos membros da OEA, inclusive EUA.


O caso cubano


Cuba foi suspensa da OEA em 31 de janeiro de 1962, após o seu governo declarar o caráter socialista da Revolução Cubana e se aliar à URSS. A decisão foi adotada na 8ª Assembléia em Punta del Este, Uruguai14 países votaram pela suspensão, Cuba votou contra e seis países se abstiveram (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador e México). De fato, tratava-se da exclusão do governo de Cuba - e não do estado membro - conforme os termos da resolução, cuja parte substantiva diz o seguinte:

  • A adesão por qualquer membro da OEA ao marxismo-leninismo é incompatível com o sistema interamericano e o alinhamento de qualquer governo com o bloco comunista quebra a unidade e a solidariedade do hemisfério.

  • O presente governo de Cuba, que se identificou oficialmente como marxista-leninista, incompatibilizou-se com os princípios e objetivos do sistema interamericano.

  • Esta incompatibilidade excluiu o presente governo de Cuba da participação no sistema interamericano.

Isto significa que o estado cubano tecnicamente ainda era membro da organização; mas era negado ao governo de Cuba o direito de representação, participação nas reuniões e demais atividades da organização. A posição da OEA - questionada por alguns estados membros - era de que, embora a participação de Cuba estivesse suspensa, suas obrigações com relação à Carta da OEA, à Declaração Americana de Direitos e Deveres do Homem, etc. ainda se mantinham. Assim, por exemplo, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos continuava a publicar relatórios sobre a situação dos direitos humanos em Cuba e a ouvir casos individuais envolvendo cubanos.

FONTE:

http://pt.wikipedia.org/

Charge: BESSINHA

Retirado de:
http://rogeliocasado.blogspot.com/ (link para artigo de opinião muito interessante sobre Cuba)

05 abril, 2009

Domingo tenso no leste asiático

E a Coreia do Norte faz o lançamento de um foguete que, segundo sua irmã sulina, não continha nenhum satélite, como afirmavam os norte-coreanos. E se cria novo alvoroço no leste da Ásia.

TÓQUIO/SEUL (Reuters) - A Coreia do Norte disparou um foguete de longo alcance sobre o Japão neste domingo, provocando protestos internacionais e levando o Conselho de Segurança das Nações Unidas a marcar uma reunião de emergência neste domingo.

A mídia oficial do regime comunista norte-coreano afirmou que um satélite havia sido colocado em órbita, e que ele agora circulava o planeta transmitindo músicas revolucionárias. Contudo, os Estados Unidos e a Coréia do Sul disseram que nada havia entrado em órbita.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que o Conselho de Segurança deveria enviar uma mensagem enfática à Coreia do Norte por conta do que analistas acreditam que foi, de fato, o teste de um míssil desenvolvido para transportar uma ogiva a uma distância equivalente a até o Alasca.

O lançamento do foguete é o primeiro grande desafio de Obama relacionado à Coreia do Norte. Os esforços norte-coreanos para ter armas nucleares há tempos preocupam Washington. O regime comunista testou um dispositivo nuclear em 2006.

"Com esse ato de provocação, a Coreia do Norte ignorou as suas obrigações internacionais, rejeitou os pedidos por moderação e se isolou ainda mais da comunidade de nações", disse em comunicado Obama, num giro pela Europa.

Mais tarde, o presidente dos Estados Unidos afirmou que a Coreia do Norte deve ser forçada a mudar.

Mais em: http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/

02 setembro, 2008

Bush contra os furacões...

Apesar de ter sido feita em 2005 [após a passagem do Katrina], a charge abaixo continua bem atual, visto que a região Sul dos EUA ainda não tem uma defesa eficaz contra os furacões.

29 agosto, 2008

Tempestade Tropical Gustav ameaça EUA

Eventos comuns na região da América Central e sul dos EUA, os furacões são poderosas tempestades que produzem ventos extremamente rápidos. Formados depois de vários dias de incidência solar sobre o oceano, quando aumentam a temperatura da massa de ar que fica sobre sua superfície líquida e a sua umidade se eleva, formam nuvens que dão origem às tempestades.

Depois do pesadelo da visita do Katrina, há exatos 3 anos [29 de agosto de 2005], os EUA podem receber na semana que vem o Gustav, uma tempestade tropical que pode virar furacão quando passar pelo Golfo do México, região propícia à formação de furacões devido às suas águas quentes.

Os furacões são categorizados numa escala de 1 a 5 de acordo com a força dos ventos que produz, sendo a categoria 1 a de velocidade mais baixa e a 5 a mais alta. O Katrina chegou à categoria 5, o Gustav quando chegar ao Golfo do México poderá chegar à categoria 3.

A preocupação com a tempestade já faz os cientistas chamarem a atenção das populações das regiões da provável trajetória do Gustav para que se preparem para sua passagem. A lembrança do estrago causado pelo Katrina nos EUA ainda está bem forte na cabeça de quem passou ou perdeu alguém durante sua passagem em 2005, principalmente em New Orleans, que teve grandes prejuízos financeiros além da perda [irreparável] de mais de 1.800 vidas.

Furacão Katrina visto do espaço: www.pangeia.adamastor.org


Leia a notícia sobre o Gustav em:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3143412-EI238,00-Gustav+ameaca+se+transformar+em+poderoso+furacao.html

28 agosto, 2008

Uma nova Guerra Fria?????????

Mais uma alfinetada trocada entre as duas potências máximas do período da Guerra Fria [EUA e Rússia , na época URSS] agita a mídia internacional.

Antes pelos EUA comparando o socialismo russo ao nazismo alemão [assunto comentado em reportagem citada na postagem Alfinetada norte-americana: revivendo a Guerra fria? de 26 de julho de 2008, nesse blog] agora é a vez da Rússia dar o troco: acusa os EUA de provocar o conflito na Geórgia, fazendo esta atacar a região separatista [Ossétia do Sul]. A reação de Moscou à ofensiva se deve ao apoio dado ao pequeno território e a manutenção de forças de paz na região.

O motivo alegado pelo Kremlin seria o benefício a um dos candidatos à Casa Branca nas próximas eleições. Putin explicou que o conflito desviaria a atenção dos eleitores quanto aos conflitos no Iraque e no Afeganistão e das suas preocupações em relação à situação econômica dos Estados Unidos, o que beneficiaria o candidato republicano, John McCain.

Os EUA desmentem, claro, chamando as acusações de Putin de irracionais e dizendo que o seu serviço de informação [fonte da acusação de Putin] estava lhe prestando um péssimo serviço.
Com a tensão criada, a porta voz da Casa Branca comentou a possibilidade de anular o pacto de cooperação nuclear civil com a Rússia. O
pacto destina-se a desenvolver relações comerciais no setor nuclear civil entre os países sem prejudicar a luta contra a proliferação nuclear armamentista.

Agora, pela situação na região do Cáucaso, a Rússia corre o risco de sofrer sanções impostas pela União Européia [UE] já que o país foi bastante criticado por diversos outros pelas decisões em relação ao conflito. Isso, agravado pela falta de apoio de seus
parceiros asiáticos na Organização para Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês) no reconhecimento às independências da Ossétia do Sul e da Abkásia.

E para colocar um pouco mais de pimenta no tempero, em meio às tensões ao redor do assunto, a Rússia anuncia o sucesso de um teste feito com um míssil balístico intercontinental chamado Topol, que seria capaz de furar defesas anti-mísseis.

Um fato percebido por quem quer que esteja acompanhando o noticiário é que as picuinhas entre EUA e Rússia estão reaparecendo e ficando mais freqüentes. Em encontro em Beijing, no período das Olimpíadas, os dois líderes, Bush e Putin, "na paz olímpica" conversaram, e segundo o que disse Putin, Bush afirmou não querer guerra...essa é nova...

As "agulhadas" trocadas entre os países e essa demonstração de poder bélico dada pela Rússia recentemente fazem lembrar muito do período em que o mundo viveu a tensão da Guerra Fria, quando as duas potências disputavam a hegemonia no poder mundial e viviam de trocas de críticas aos seus modelos econômicos, espionagem,
demonstrações armamentistas e intervenção em conflitos internos de outros países, cada um apoiando um lado, provocando na população mundial o medo de não existir mundo no dia seguinte pela possibilidade latente de uma guerra nuclear.

E outro ponto preocupante é que, se já naquela época, havia a possibilidade do planeta ser varrido com uma guerra nuclear, hoje, com a atual tecnologia e as 31 mil armas nucleares existentes, [4,6 mil delas podendo ser detonadas em poucos minutos] ocorrendo uma guerra dessas, não sobra nem o pó, pois todas juntas são 200 mil vezes mais poderosas que a bomba que atingiu Hiroshima em 1945 ,tendo capacidade, se houvesse a possibilidade, de destruir a Terra umas 40 vezes.

Agora é pedir para que os ânimos sejam apaziguados e se evite o crescimento das tensões, para que, da lembrança da Guerra Fria, não passe para a chapa quente, porque senão, quem vai ser frito somos nós.


Ana Patrícia

Baseado em:

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1006068
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int232355,0.htm
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u438852.shtml
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3142578-EI294,00.html
http://www.adpf.org.br/modules/news/article.php?storyid=18439

26 julho, 2008

Alfinetada norte-americana: revivendo a Guerra fria?

26/07/2008 - 19h19
Moscou critica Bush por comparar comunismo ao nazismo


Moscou, 26 jul (EFE).- O Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia criticou hoje o presidente dos Estados Unidos, George W.

Bush, por ter colocado em um mesmo patamar o comunismo soviético e o nazismo alemão.

"Condenamos os abusos e a injustificada dureza da política interna do regime soviético, mas não podemos aceitar as tentativas de equiparar o comunismo ao nazismo e a tese de que ambos tinham as mesmas causas e objetivos", declarou a chancelaria russa.

Esta foi a reação do Kremlin a um documento emitido por Bush por ocasião da Semana dos povos subjugados no qual qualifica as ideologias nazista e comunista como um "mal comum do século XX".

Moscou disse que "a União Soviética teve contribuição decisiva para a derrota do fascismo" na Segunda Guerra Mundial e que as palavras de Bush "ferem" todos os veteranos, inclusive os norte-americanos que lutaram contra a Alemanha nazista.

"Seja qual for a atitude do presidente americano para a União Soviética e a ideologia comunista, (...) dos pontos de vista histórico e humano, estes paralelismos norte-americanos não resistem às críticas", assinala o comunicado da chancelaria.

Além disso, acrescenta que com isto Bush só encoraja os países que buscam "falsificar os fatos e reescrever a história", em alusão aos três Estados bálticos que denunciam que sua "libertação" dos nazistas pelo Exército Vermelho lhes condenou a meio século de "ocupação soviética".

A nota afirma, ao mesmo tempo, que a nova "Rússia democrática, livre dos estereótipos do passado", já deu sua "valorização objetiva" ao passado soviético.

FONTE: www.noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2008/07/26/ult1808u123082.jhtm