Charge: Ivan CabralRetirado de: ivancabral.blogspot.com
Charge: Ivan Cabral
A televisão da Nasa não mostrou imagens do flash provocado pelo impacto do projétil de 2,3 toneladas às 11H31 GMT na crater.
A sonda LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) partiu da Terra em junho passado a bordo de um foguete Atlas V, junto à sonda LRO (Lunar Reconaissance Orbiter), encarregada de elaborar uma carta detalhada do único satélite natural do nosso planeta.
Os dois artefatos integram a primeira missão do programa Constellation, que prevê a volta do homem à Lua a partir de 2020.
A sonda LCROSS viajou para a Lua durante três meses, carregada por um estágio do foguete Atlas chamado Centauro.
Centauro bateu contra a Cabeus a uma velocidade de 9.000 km por hora, criando uma cratera de 20 metros de diâmetro por cinco de profundidade.
O impacto deve lançar 350 toneladas de material, a até 10 km de altura, que esta nuvem de solo lunar será amplamente iluminada pelos raios do Sol.
A sonda LCROSS, com 891 quilos, sofreu o mesmo destino do Centauro, quatro minutos depois, o tempo necessário para que seus nove instrumentos, entre eles três espectrômetros, possam captar e determinar a natureza das partículas projetadas pelo primeiro impacto, e transmitir os dados à Terra.
Os cientistas pretendem determinar se há água congelada no fundo da cratera, que jamais recebe a luz solar e tem temperaturas médias de 240 graus negativos.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/O fenômeno ocorreu nesta terça-feira em uma área de quase dois mil metros quadrados na província de Balqa, 15 quilômetros ao oeste de Amã, segundo o governador da província, Abdul Khalil Sleimat.
"O fenômeno foi descoberto por acaso quando ovelhas entraram no terreno enquanto estavam pastando", disse o governador.
Sleimat contou que, de acordo com os pastores que cuidavam das ovelhas, os animais "foram completamente queimados e desapareceram".
As autoridades isolaram a área e retiraram os moradores do local, acrescentou o governador.
O Governo jordaniano deixou a investigação do fenômeno a cargo de um painel formado por diversos departamentos e instituições acadêmicas.
O chefe da associação jordaniana de geólogos, Bahjat Adwan, descartou a presença de qualquer atividade sísmica ou vulcânica na área.
O diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, Maher Hijazin, informou que certos materiais orgânicos podem ter se juntado e reagido sob a superfície, gerando o inusitado aumento de temperatura.
Hijazin também destacou que há uma rede de água e esgoto que lança seus resíduos na região.
As 10 imagens foram as primeiras capturadas do espaço profundo obtidas pelo Hubble desde que sofreu reparos na missão realizada em maio passado, que instalou uma nova câmera e na qual outros instrumentos científicos foram reparados.
A foto com a forma de borboleta mostra uma nebulosa - nuvem de poeira estrelar e gás- criada pelos restos de uma estrela agonizante que, em algum momento, teve cinco vezes a massa do Sol.
A Nebulosa Borboleta ou as asas da "Bug Nebula" são na realidade o que a Nasa chama "caldeiras de gás" aquecidas a mais de (20.000 graus Celsius) que se deslocam pelo espaço a mais de 965.600 km/h.
"Isso marca um novo começo para o Hubble", ressaltou Ed Weiler, diretor associado da Agência Espacial Americana e responsável pelas missões científicas.
O telescópio, colocado em órbita em 1990, "foi totalmente modernizado e agora está mais poderoso do que nunca, com novos equipamentos que o permitirão se manter em operação durante a próxima década", indicou em um comunicado.
Os novos instrumentos permitem ao Hubble pesquisar o universo em uma extensa gama do espectro luminoso, que vai dos raios ultravioletas aos infravermelhos.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/O Brasil desmata uma área de cerca de 20 mil quilômetros quadrados de cerrado a cada ano, o dobro do que é desmatado na Amazônia, disse nesta quinta-feira (10) o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, segundo a Agência Brasil.
A constatação é parte de um estudo do MMA que conclui que a degradação do cerrado é responsável pelo mesmo nível de emissões de gás carbônico que a floresta amazônica.
Minc anunciou a abertura de consulta pública para o PPCerrado (Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado), que vai coordenar e executar iniciativas que visam à redução do desmatamento na região.
O ministro defendeu a aprovação da proposta de emenda à Constituição que transforma em patrimônios nacionais o cerrado e a caatinga, e tramita há 14 anos. “É importantíssimo que estendamos o monitoramento do desmatamento também a outros biomas, como a Caatinga, o Pantanal e o Pampa”, afirmou Minc.
A partir de junho de 2010, segundo ele, será possível apresentar metas de redução do desmatamento de todos os biomas. “A base do plano será apresentada ainda hoje. O cerrado é fonte da maior parte do manancial de águas do país e não pode ser prejudicado pelo agronegócio”, disse.
Retirado de: http://jornale.com.br/
A presença de tropas estrangeiras não deve constituir uma ameaça para a soberania regional, afirmaram, depois de um debate de sete horas sobre o uso de bases militares colombianas pelos Estados Unidos, na cidade argentina de Bariloche.
O acordo inclui, também, uma chamada para "uma reunião extraordinária de ministros das Relações Exteriores e da Defesa, para que (...) apresentem medidas de fomento da confiança e da segurança", segundo a declaração final do encontro.
Os doze países membros da Unasul expressaram, além disso, sua vontade de "reafirmar o compromisso de fortalecer a luta e a cooperação contra o terrorismo e a delinquência organizada (...), o tráfico de armas e a ação de grupos armados à margem da lei".
O texto final revelou um delicado equilíbrio, que reflete concessões feitas por todas as partes sobre o tema em debate.
"Respeitamos a soberania de cada país. Mas queremos nos resguardar, seria importante que no tratado existam garantias jurídicas ou um fórum internacional para isso", disse o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ao expor sua posição sobre a presença militar americana na região.
Durante o encontro, vários presidentes sul-americanos pediram ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que revele o alcance do pacto militar subscrito com a Colômbia.
Brasil, Argentina, Equador e Peru foram as nações que pediram explicações com maior ímpeto.
Durante a cúpula, foi aprovado um documento reafirmando que a presença de tropas extrarregionais não pode ameaçar a soberania dos países membros nem a paz regional.
Destacam-se no texto as decisões de:
. Fortalecer a América do Sul como zona de paz, assumindo o compromisso de estabelecer um mecanismo de confiança mútua em matéria de defesa e segurança, sustentando a decisão de não recorrer à ameaça ou ao uso da força contra a integridade territorial de outro Estado da Unasul.
. Reafirmar o compromisso de fortalecer a luta e a cooperação contra o terrorismo e a deliquência transnacional organizada e seus crimes conexos: narcotráfico, tráfico de armas pequenas e leves e rejeição à presença ou ação de grupos armados à margem da lei.
. Reafirmar que a presença de forças militares estrangeiras não pode, com seus meios e recursos vinculados a objetivos próprios, ameaçar a soberania e a integridade de qualquer nação sul-americana e, em consequência, a paz e a segurança da região.
. Os presidentes se dispuseram a instruir o Conselho Sul-Americano da Defesa a analisar o texto elaborado nos EUA sobre "Estratégia Sul-Americana. Livro Branco, Comando de Mobilidade Aérea (AMC)" que menciona o uso da base aérea colombiana de Palanquero (centro), como centro nevrálgico para operações na América do Sul.
Palanquero é uma das sete bases colombianas incluídas no acordo entre Washington e Bogotá.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/
Furacões de Categoria 5 são "extremamente perigosos", de acordo com o centro de furacões, e podem causar estragos devastadores em terra.
Grande parte da Baixa Califórnia é formada de deserto e montanhas pouco povoadas, mas Los Cabos é uma movimentada área de resorts frequentada por turistas americanos por seus campos de golfe, hotéis de alto nível, praias e iates.
O centro de furacões disse que o Jimena pode despejar de 13 a 25 cm de chuvas na porção sul da península.
Este é o segundo furacão na região leste do Pacífico nesta temporada na região, depois que o Andres atingiu a mesma região em junho, causando a morte de um pescador. O furacão Carlos se formou em julho, mas região bem distante do continente para representar perigo.
FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/
Quando se pensa em projetos inovadores para geração de energia, a imaginação vai longe. Algumas iniciativas surpreendem pela tecnologia avançada e eficiência. Mas fica a pergunta: qual é o preço a se pagar por uma solução energética sustentável?
O jornal britânico The Guardian divulgou 20 projetos com potencial para combater a crise energética e climática. Um deles é uma grande estação de placas que concentra os raios solares de desertos, onde o sol é mais forte, e os converte em energia elétrica a partir do calor refletido por espelhos. O coordenador do Desert Project, Gerry Wolff, garante que menos de 1% da área dos desertos do mundo é suficiente para produzir, a partir dessas placas, energia equivalente à consumida atualmente em todo o mundo.
A energia gerada em desertos poderia ser transferida, através de cabos de alta tensão, para centros populacionais distantes ou usinas de energia eólica, hidrelétricas e plantas geotérmicas, que gerariam energia renovável de forma mais barata.
Outro projeto reportado foi o de extração de energia a partir de turbinas marinhas. O equipamento funciona como moinhos de vento, mas de baixo d’água. O equipamento funciona melhor em países onde o fluxo de ondas é mais intenso, mas futuramente deverá funcionar bem no fundo do oceano, o que seria mais produtivo em lugares como o noroeste do Pacífico.
O site LiveScience apresenta projetos que prometem produzir grande quantidade de energia, como o que usa placas eletrônicas, apelidadas de pipas, posicionadas em altitudes elevadas, para gerar energia a partir dos ventos. Também estão sendo desenvolvidas plantas de conversão do calor da superfície do mar. O calor aquece fluídos, cujos gases são usados para comandar turbinas de produção de eletricidade.
Os projetos são, de fato, grandiosos nas intenções. Mas de que adianta grandes ideias se o acesso dos produtos ao mercado é difícil? O Guardian aponta que o maior impasse a experiências deste tipo é o alto custo para viabilizá-las. “Infelizmente, a verdade é que grandes ideias, sozinhas, não são suficientes para transformar o modo como nós geramos energia ou as indústrias que emitem muito carbono. Se empreendedores querem ver suas ideias vigorar, é essencial achar o caminho certo nesta jornada”, afirma Garry Staunton, diretor de tecnologia da empresa The Carbon Trust, em artigo do Guardian.
Os empreendedores de programas de geração de energia precisam vencer alguns obstáculos para atingir o sucesso comercial. O primeiro deles é fazer a tecnologia funcionar fora do laboratório. A dificuldade aumenta quando é preciso provar que o conceito possa ser reproduzido em uma escala comercial maior. No caso das baterias solares, por exemplo, o problema é fazer com que a tecnologia, que é reconhecidamente eficiente, seja fabricada a baixo custo.
Daí para que o produto seja comercializado, ainda deve-se enfrentar o problema da demanda, ou seja, o princípio comercial da oferta e procura, ao mesmo tempo em que ele deve ter cumprir condições de escala e preço acessível. “A realidade é que os melhores inventores nem sempre são os melhores líderes de negócios. Assim, a chave é atrair fundos e experiências certas de uma perspectiva comercial e produtiva”, completa Staunton. Em resumo, ainda é necessário acrescentar às inovações uma visão comercial para que elas contribuam para uma melhoria real no modo como se gera energia.
Por Stella Dauer/ Geek
A produção em excesso do gás carbônico pode deixar de ser uma preocupação em poucos anos se o projeto da empresa Joule der certo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.
O SolarConverter pratica a denominada “heliocultura”, processo que envolve microorganismos fotossintéticos fixados em uma placa que, ao absorver o CO2 do ar e captar a luz solar, secreta uma substância idêntica ao etanol, noticiou o blog GreenBeat do site VentureBeat.
Se tudo correr nos conformes, a empresa espera começar a fabricar em escala industrial os painéis SolarConverter no início de 2010. Além disso, de acordo com o site The New York Times a empresa também pretende produzir, já em 2011, mais de 75 mil litros de combustível por acre anualmente.
Para estabelecer suas produtoras de combustível, a Joule está procurando por locais ensolarados e próximos a organizações que emitam grandes volumes de gás carbônico, como usinas termelétricas e estufas de cimento. Atualmente, locais ideais para isso seriam o Texas, Arizona, Nevada e Novo México, todos nos Estados Unidos.
A heliocultura pode representar um importante marco na história da humanidade, pois não só reduziria os níveis de gás carbônico da atmosfera como resolveria os problemas de uma possível futura crise de escassez do petróleo.
“Nossa crença é a de que esta seja a primeira tecnologia do mundo que ofereça uma solução real para alcançarmos a independência energética” afirmou Bill Sims, CEO e presidente da Joule, em nota publicada no blog Green Tech do site CNET .
Além disso sua produção é menos custosa, ocupa menos espaço e economiza água, uma vez que os microorganismos utilizados na fabricação do combustível são cultivados em água salgada ou descartada. Um barril desse líquido custaria US$50, menos do que um barril de gasolina, que está custando aproximadamente US$70.
“O verdadeiro objetivo que tínhamos quando construímos essa companhia era fazer um combustível renovável que pode ser escalonado em bilhões e bilhões de galões por um custo baixo” diz David Berry, co-fundador da Joule.
A humanidade começa a ver o final da linha para o modo de produção atual por conta da exploração excessiva dos recursos naturais. A atividade pesqueira dá o exemplo: de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), 80% dos bancos de pesca mundiais estão completamente explorados e em declínio. Mas a situação é ainda mais grave: se continuarmos no mesmo ritmo, todos os peixes do planeta serão extintos em 2050, segundo concluiu pesquisa da Universidade Dalhousie, do Canadá.
As estatísticas da tendência tão insustentável não escondem consequências graves. Pesquisadores preveem a extinção de espécies marinhas, o empobrecimento das comunidades pesqueiras e a falta de alimento para a população mundial. “Além das questões da alimentação e dos meios de sustento, em janeiro descobriu-se que os oceanos precisam do excremento dos peixes, porque de outro modo são muito ácidos para processar o dióxido de carbono e limitar o aquecimento do planeta”, explicou à agência de notícias IPS Rupert Murray o diretor do filme The end of the line, documentário estreado recentemente na Inglaterra que mostra o impacto da pesca industrial.
Na costa oeste da África, o valor total da pesca ilegal é, de acordo com a ONG britânica Fundação para a Justiça Ambiental, estimado em US$ 1 bilhão por ano. Um dos maiores problemas desse tipo de atividade é a área de atuação das embarcações, nas Zonas de Exclusão Costeira. Isso significa que o local onde a pesca predatória é feita é mantido como um tipo de “reserva marinha”. Além disso, os pescadores ultrapassam as cotas autorizadas para a retirada de peixes do mar, e sua impunidade é garantida por fiscalizações ineficazes.
Do outro lado do Atlântico, o Brasil possui 3,6 milhões de quilômetros quadrados de águas protegidas, mas ainda assim 80% das espécies mais procuradas correm risco de serem extintas por conta da pesca abusiva ou realizada com redes, método menos seletivo e mais agressivo. Em entrevista à Fundação O Boticário, o biólogo Maurício Hostim afirmou que “várias espécies estão criticamente sobreexplotadas e os estoques baixando consideravelmente”. Entre as populações de peixes da costa brasileira de valor comercial que mais diminuem estão a de garoupas, badejos e meros. Para o Hostim, algumas medidas do governo, como o incentivo de aumento da frota de barcos, estimulam a atividade pesqueira e não levam em conta o esgotamento do mar que banha o País. “Estudos mostram que, cada vez mais, há um esforço maior na pesca, mas com um rendimento cada vez menor”, acrescentou.
Ameaça ao sushi
No Japão, a maior preocupação relacionada à pesca, principal atividade econômica do país, está relacionada ao atum-azul, muito apreciado e usado para sushis e sashimis em todo o mundo. Segundo reportagem da revista Veja, nos oceanos Pacífico e Índico o peixe está quase extinto. No Atlântico e no Mar Mediterrâneo, principais locais de pesca da espécie, o estoque diminuiu 10% em relação a meados do século passado. Na costa escandinava, ela já sumiu. E nas fazendas de cultivo da Europa, onde os peixes são colocados em gaiolas para processo de engorda, o estoque foi reduzido em 25% em um ano. Seis delas, na Espanha, encerraram operações por falta de abastecimento.
A preocupação dos japoneses vem de um motivo simples: ao mesmo tempo em que consomem um quarto da quantidade de atum-azul pescada mundialmente, observam seu preço crescer. A diferença do preço do quilo de um ano para o outro pode ser de 30%. No aumento do preço, percebe-se que o produto está menos abundante. Enquanto isso, em restaurantes fast-food o aumento de consumo foi de 33% em relação à década passada. Em supermercados e lojas de conveniência o crescimento foi de 70%. “Sushi sem atum não é sushi”, disse à revista Tadashi Yamagata o vice-presidente do sindicato dos sushiman do Japão. “É como se os Estados Unidos ficassem sem hambúrguer”, compara.
FONTE: http://www.planeta-inteligente.com/
Por Stella Dauer
Para escrever mais rápido um SMS , muitos recorrem ao recurso de previsão de texto, o famoso T9, que adivinha as palavras mais utilizadas pelo remetente. Mas isso pode ser um problema para os jovens. Um estudo mostrou que eles estão ficando mais preguiçosos e confusos por causa do recurso.
O T9 (texto em 9 teclas) é uma tecnologia que usa a sequência de teclas pressionadas para prever as possíveis palavras que seriam de interesse do usuário, contornando o problema do agrupamento de letras numa mesma tecla, comum em celulares.
Segundo o site Telegraph o professor Michael Abramson da Universidade Monash, na Austrália, levou a cabo um estudo que mostrou que os jovens estão se tornando cada vez mais impulsivos e impacientes por causa do celular e das mensagens de texto e, em especial, ao recurso T9.
Abramson submeteu alguns jovens com idades entre 11 a 14 anos ao teste Stroop, no qual são apresentadas palavras com nomes de cores, mas com as cores erradas. Aqueles que utilizam muito o celular para enviar mensagens responderam mais rapidamente às questões, mas com bem menos precisão do que os outros que não usam muito o telefone, noticiou o site The Inquirer .
Mas a pesquisa do professor Abramson vai mais além. Esses testes fazem parte de um estudo que tenta provar a influência maligna do campo eletromagnético dos celulares no corpo dos jovens.
Se levarmos em conta o perigo da radiação, usar mensagens de texto em vez de uma conversação por voz pode ser até benéfico. Ao digitar, os adolescentes mantêm o aparelho mais longe do que se o utilizassem para fazer ligações, ficando menos sujeitos à radiação. O professor explica: “Não achamos que os celulares estão fritando os cérebros deles”. Todavia, o “atalho mental” do T9 pode, segundo Abramson, induzir os jovens a esperar que o ambiente resolva sozinho os problemas para eles. “Se você está acostumado digitar algumas letras que se transformam na palavra que você quer, você espera que à sua volta [o mundo] se comporte também dessa maneira” (Isso já é visível!)
www.geek.com.br
Retirado de: http://br.tecnologia.yahoo.com/
Belas paisagens pelo mundo.